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Aug 14, 2015
Jul 21, 2015
Collage workshop: Alice, a Fabulous monster
Quem sou eu no mundo? Ah! Esse é o grande enigma…
Colagem de Adriana Peliano sobre figura de John Tenniel e outros artistas
(Salvador Dali, Hieronymus Bosch, M. C. Escher, outros)
Eu sempre pensei que meninas fossem monstros fabulosos, disse o unicórnio.
e Alice atravessa o espelho.
Colagem de Adriana Peliano sobre figura de John Tenniel e outros artistas
(Magritte, Salvador Dali, Hieronymus Bosch, outros)
OFICINA NA LIVRARIA TRAVESSA DA BARRA
19/7/2015
Esse final de semana estive no Rio de Janeiro para o lançamento da edição comemorativa dos 150 anos de Alice lançada pela editora Zahar e ilustrada com minhas colagens a partir das figuras originais de John Tenniel. Nessa ocasião ofereci duas oficinas de colagem em uma nova abordagem, em diálogo com as colagens presentes no livro.
Cada um deveria criar a sua Alice monstro, com várias cabeças como um reflexo dos múltiplos sentidos que a obra literária ainda desperta, assim como as transformações que a personagem viveu nos 150 anos, através da arte, da ilustração, das idéias, da imaginação e do pensamento.
Acesso o site da ZAHAR
veja mais trabalhos e imagens das oficinas AQUI
fotos: Juliana Araújo
Alice 150 anos: edição comemorativa
Tradução de Maria Luiza X. de A. Borges
Colagens de Adriana Peliano
sobre ilustrações originais de Sir. John Tenniel e outros artistas
Projeto Gráfico de Carolina Falcão
Mar 6, 2013
Presence d’Alice
Max Ernst
Presence d’Alice
“At the junction of two signs, one for a school of herrings and the other for a school of crystals, thirthy-three girls set out for the white butterfly hunt, the blind dance in the night, princess badly and the black crow is speak”.
Max Ernst
Charles Blackman
Jealous Alice Butterfly
Charles Blackman
“Encantadora e excepcional, a narrativa (de Alice) a cada instante foge do plano da realidade e oniricamente se move, alada e sensível, num mundo que a imaginação borda com todos os seus caprichos”.
“A palavra traz a sua noite, o invisível. Abre as portas obscuras do que não pode ser lido com os olhos e com os dedos, mas que adivinhamos facilmente por trás do som das palavras e do aço dos espelhos.”
Jaqueline Held
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