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Jul 25, 2020
Apr 10, 2020
Alicedelic alicinations by Mary Blair
"Alice in Wonderland Mary Blair Concept Painting ""Oh, Mr. Rabbit!", Alice calls as she curiously chases after her tardy companion. This is an original concept painting from the Walt Disney Studios production Alice in Wonderland (1951). This hand-painted design features Alice chasing the White Rabbit through a path you would only find in Wonderland. This painting was created by Disney Legend Mary Blair, and it captures the style and surreal imagery that Mary brought to life so well in her designs. It was created at the studio and used during the film's development, in order to develop the scene's color pallette and overall feel of the environment. The overall measurements of the piece are and the image takes up the entire board except a small white margin. The painting is accomplished with paints on illustration board is in very good condition with pin holes in the corners from studio use."
source
Jan 19, 2020
Sensa-show-now Alice by David Hall
David Hall
David Hall
David Hall
David Hall foi um artista irlandês que se mudou para os Estados Unidos e trabalhou com cinema e animação. Nos anos 1940 trabalhou nos estúdios de Walt Disney como desenhista conceitual, participando da criação de Alice no País das Maravilhas (1951), entre outros. Sua estética é sombria e perturbadora com in uência de artistas ingleses como Arthur Rackham. Não conseguimos identi car nessa imagem um poço com prateleiras como é descrito no livro, mas um mergulho vertiginoso num mundo desconhecido de sonhos e pesadelos.
May 27, 2018
Aug 5, 2017
Jul 8, 2017
Alice garden
About the Bouquet " For the girl who is curious about life and believes there's more to see than what others may be telling her - Roseshire and Disney introduce our 6th collaborative design, Alice in Wonderland! The classic tale highlights the curiosity of Alice as she wanders through the vivid flower forest. Along her path, she encounters new friends and experiences. To pair with this design, custom-dyed rainbow roses! Share this vivid ensemble with someone who loves color and seeks to live a life full of experiences. Stem sizes may vary from 17"-25" in length. Roses are hand arranged and arrive in our trademark Roseshire Box."
Jul 7, 2017
Jan 5, 2017
Amazing Mary Blair concept paintings for Alice in Wonderland
All pictures by Mary Blair.
"Rare original Mary Blair color concept paintings for Alice in Wonderland - (Walt Disney Studios 1951) An incredibly rare set of nine preliminary thumbnail concept paintings by Mary Blair featuring some of the most iconic imagery from the film. Blair was responsible for the look and style of this feature. Accomplished in gouache on paper, each measuring 3 in. x 3 ¾ in. Alice is shown with the Cheshire Cat, Alice peering into the Tulgey Wood, the Queen’s guards, the Rabbit hole, two views of the Rabbit running, and others. This set of studies was published in Lella Smith’s book, Once Upon a Time: Walt Disney [Prestel, 2007], in which Smith noted, “the experimentation involved in [Disney’s film making] process is evident in the brilliant colored studies done by Mary Blair for Alice in Wonderland.” source
what is this?
Oct 27, 2016
Oct 8, 2016
Explosição "Experência Alice"
A flormosa Ong Orientavida, a cenografia mágica do Caselúdico, a Alice
da Disney e a curadoria alicedélica de Adriana Peliano se encontram em
uma nova aventura no mundo de Alice no país das maravilhas. Nessa
explosição cada um se torna também uma Alice entre selfies e
interações, espelhos enigmágicos, brinquedos ópticos e outras aventuras.
Seguem algumas imagens da exposição "Experência Alice" que nos convida a mergulhar no mundo alicedélico de Alice e dos personagens estrombóticos do país das maravilhas. Fiz a curadoria da primeira sala desse grande jogo, que reúne um barco, um labirinto de espelhos e portas enigmágicas que dão passagem para que a imaginação e a loucura criativa viagem conosco na criação de novos mundos.
A cenografia foi criada pelo time criativo do Caselúdico, responsável por exposições memoráveis como as recentes exposições do Tim Burton e do Castelo Rá-ti-bum, entre outros.
Apresentada pelo Ministério da Cultura e pela Brasilprev Seguros e Previdência, Experiência Alice é uma realização da ONG Orientavida, da Disney Brasil e Shopping JK Iguatemi.
Entrevista com Adriana Peliano.
De onde surgiu a ideia de montar essa exposição?
Eu fui convidada pela Celeste Chad da Ong Orientavida para participar da exposição ‘Experiência Alice’ junto com o pessoal do Caselúdico que tem desenvolvido nos últimos anos várias exposições originais e desafiadoras, unindo recursos tecnológicos e interatividade. A minha parte seria contar por meio de textos e imagens como surgiu a história de Alice além de mostrar diferentes leituras da obra através da ilustração e das artes visuais. Essa participação se concentra na primeira sala que apresenta um amplo repertório de imagens com mais de 60 edições dos livros de Alice de diferentes épocas, países e linguagens que fazem parte da minha coleção particular. Os livros estão presentes em um labirinto de vitrines no qual as imagens dialogam umas com as outras convidando o público a criar também novas relações. Além de montar os livros ao lado de objetos enigmáticos, escrevi os textos e fiz colagens para as portas dessa sala. Esse ambiente revela visões instigantes das múltiplas possibilidades criativas que a obra desperta. Isso se potencializa com o trabalho criativo do Caselúdico ao longo das outras salas dessa exposição que articula a cenografia e a tecnologia para criar narrativas espaciais em que o público possa viajar também.
Por que Alice continua relevante ainda hoje?
Alice é uma obra mágica e multidimensional que gera um campo poderoso de possibilidades criativas. Já foi interpretada segundo as abordagens intelectuais mais diversas, além de ter sido um dos livros mais ilustrados, citados e recriados da história. Isso se deve em grande parte aos paradoxos e enigmas que apresenta abrindo múltiplos caminhos para o leitor. Alice é uma obra aberta e sempre em movimento. Com ela somos convidados a viajar em um mundo desconhecido regido por uma lógica inusitada e surpreendente. Isso desafia as formas acomodadas e aprisionantes de se entender a arte e a vida, o espaço e o tempo, a realidade e o sonho e mesmo quem somos, abrindo portas na imaginação e no pensamento.
Novas Alices nas diversas artes e linguagens nos convidam a procurar o jardim das inesgotáveis possibilidades criativas que existe em cada um de nós. “Quem é você?” pergunta a lagarta e Alice não sabe responder depois de tantas transformações, dando voltas ao mundo em 151 anos entre inúmeras invenções malucas e maravilhosas. Criei para a exposição o conceito das sete chaves de Alice que nos convidam a mergulhar na obra e ao mesmo tempo trazer essas idéias para a nossa vida cotidiana. As histórias de Alice têm sabor de curiosidade, viagem, sonho, metamorfose, nonsense, criatividade e um convite para um novo tempo acreditando em nossos sonhos e despertando para novas realidades.
Como funciona a Sociedade Lewis Carroll do Brasil? Quais atividades vocês exercem?
A Sociedade Lewis Carroll do Brasil é uma associação com fins criativos, que visa estimular a criatividade, a investigação e a admiração pela obra de Lewis Carroll, em especial os livros de Alice. Promovemos o jogo de ideias, a troca de informações, o estímulo à criação artística, a pesquisa, a produção de eventos culturais multimeios e a divulgação de informações sobre a vida e a obra do autor inglês. Nosso foco é apresentar Alice como um portal de sonhos e criação de novas realidades através do encontro amoroso entre a imaginação e o pensamento. Temos planos de desenvolver novos projetos ligados à educação e atividades criativas com grupos maiores envolvendo crianças de 0 a sem anos.
Essa Sociedade foi fundada em 2009. Desde então nossa atuação tem sido intensa e diversificada, com destaque para as atividades artísticas e culturais produzidas por Adriana Peliano. Entre elas foram realizadas palestras no Brasil e no exterior, oficinas de arte e colagem, blogs com amplo material de pesquisa, publicação de livros e artigos. Também produzimos instalações artísticas interativas e atividades literárias e culturais com a participação de vários membros da Sociedade Lewis Carroll e convidados especiais, como o Grupo Oficcina Multimédia de Belo Horizonte, a professora de literatura Thereza Vasques, os escritores Wilson Bueno e Claudio Willer, entre outros.
Existem algumas importantes Sociedades Lewis Carroll em diferentes partes do mundo. Entre elas a pioneira Sociedade inglesa (Lewis Carroll Society), a americana (Lewis Carroll Society of North America) e a japonesa (Lewis Carroll Society of Japan), que nas últimas décadas têm promovido diversas atividades literárias e culturais além de publicar importantes periódicos sobre a vida e a obra de Lewis Carroll.
Quem sou eu?
Adriana Peliano é artista visual, designer, ilustradora, escritora e uma espécie de Alice. A colagem em diversas manifestações estéticas é a marca de sua produção artística. Em 2009 fundou a Sociedade Lewis Carroll do Brasil, uma associação artítisca dedicada à obra do autor dos livros de Alice. Entre os livros publicados destacam-se a tradução e o projeto gráfico para o manuscrito das “Aventuras de Alice no Subterrâneo” de Lewis Carroll publicado em 2011 pela editora Scipione, com o qual recebeu um prêmio Jabuti e suas ilustrações para a edição comemorativa dos 150 anos de Alice lançada pela editora Zahar em 2015. No mesmo ano deu palestra em Nova York sobre Alice nas artes visuais no aniversário da obra celebrado pela Lewis Carroll Society of North America.
Há algo mais que gostaria de dizer?
Alice é um portal enigmágico, um mapa em movimento, um caminho inesgotável, um jardim de metamorflores e borboletras híbridas. Palavras inventadas, um convite ao despertar.
Seguem algumas imagens da exposição "Experência Alice" que nos convida a mergulhar no mundo alicedélico de Alice e dos personagens estrombóticos do país das maravilhas. Fiz a curadoria da primeira sala desse grande jogo, que reúne um barco, um labirinto de espelhos e portas enigmágicas que dão passagem para que a imaginação e a loucura criativa viagem conosco na criação de novos mundos.
A cenografia foi criada pelo time criativo do Caselúdico, responsável por exposições memoráveis como as recentes exposições do Tim Burton e do Castelo Rá-ti-bum, entre outros.
Apresentada pelo Ministério da Cultura e pela Brasilprev Seguros e Previdência, Experiência Alice é uma realização da ONG Orientavida, da Disney Brasil e Shopping JK Iguatemi.
Animação mágica em Flare promove encontro entre
o manuscrito original das Aventuras de Alice no Subterrâneo (1864)
escrito e ilustrado por Lewis Carroll,
as ilustrações clássicas de John Tenniel para The Nursery 'Alice' (1890)
e a Alice de Walt Disney (1951).
A engrenagem se torna passagem para os personagens transbordarem
do livro para novas mídias e linguagens.
Foto Brunella Nunes / criação Caseleudico
Curadoria da Sala Lewis Carroll, montagem das vitrines, empréstimo de livros, textos, colagens com imagens para as portas e paredes e objetos: Adriana Peliano.
foto: Fabio Feltrin / criação Caseleudico
foto: Brunella Nunes / montagem Adriana Peliano
foto: Brunella Nunes
foto: Brunella Nunes / montagem Adriana Peliano
foto: Fabio Feltrin
foto: Fabio Feltrin / montagem Adriana Peliano
foto: Ali Karakas / cenário Caseludico
cenário Caseludico
foto: Ali Karakas / / cenário Caseludico
Fontes das imagens:
Guia da Semana
Hypeness
Guia da Semana
Hypeness
Entrevista com Adriana Peliano.
De onde surgiu a ideia de montar essa exposição?
Eu fui convidada pela Celeste Chad da Ong Orientavida para participar da exposição ‘Experiência Alice’ junto com o pessoal do Caselúdico que tem desenvolvido nos últimos anos várias exposições originais e desafiadoras, unindo recursos tecnológicos e interatividade. A minha parte seria contar por meio de textos e imagens como surgiu a história de Alice além de mostrar diferentes leituras da obra através da ilustração e das artes visuais. Essa participação se concentra na primeira sala que apresenta um amplo repertório de imagens com mais de 60 edições dos livros de Alice de diferentes épocas, países e linguagens que fazem parte da minha coleção particular. Os livros estão presentes em um labirinto de vitrines no qual as imagens dialogam umas com as outras convidando o público a criar também novas relações. Além de montar os livros ao lado de objetos enigmáticos, escrevi os textos e fiz colagens para as portas dessa sala. Esse ambiente revela visões instigantes das múltiplas possibilidades criativas que a obra desperta. Isso se potencializa com o trabalho criativo do Caselúdico ao longo das outras salas dessa exposição que articula a cenografia e a tecnologia para criar narrativas espaciais em que o público possa viajar também.
Adriana Peliano
Por que Alice continua relevante ainda hoje?
Alice é uma obra mágica e multidimensional que gera um campo poderoso de possibilidades criativas. Já foi interpretada segundo as abordagens intelectuais mais diversas, além de ter sido um dos livros mais ilustrados, citados e recriados da história. Isso se deve em grande parte aos paradoxos e enigmas que apresenta abrindo múltiplos caminhos para o leitor. Alice é uma obra aberta e sempre em movimento. Com ela somos convidados a viajar em um mundo desconhecido regido por uma lógica inusitada e surpreendente. Isso desafia as formas acomodadas e aprisionantes de se entender a arte e a vida, o espaço e o tempo, a realidade e o sonho e mesmo quem somos, abrindo portas na imaginação e no pensamento.
Novas Alices nas diversas artes e linguagens nos convidam a procurar o jardim das inesgotáveis possibilidades criativas que existe em cada um de nós. “Quem é você?” pergunta a lagarta e Alice não sabe responder depois de tantas transformações, dando voltas ao mundo em 151 anos entre inúmeras invenções malucas e maravilhosas. Criei para a exposição o conceito das sete chaves de Alice que nos convidam a mergulhar na obra e ao mesmo tempo trazer essas idéias para a nossa vida cotidiana. As histórias de Alice têm sabor de curiosidade, viagem, sonho, metamorfose, nonsense, criatividade e um convite para um novo tempo acreditando em nossos sonhos e despertando para novas realidades.
Como funciona a Sociedade Lewis Carroll do Brasil? Quais atividades vocês exercem?
A Sociedade Lewis Carroll do Brasil é uma associação com fins criativos, que visa estimular a criatividade, a investigação e a admiração pela obra de Lewis Carroll, em especial os livros de Alice. Promovemos o jogo de ideias, a troca de informações, o estímulo à criação artística, a pesquisa, a produção de eventos culturais multimeios e a divulgação de informações sobre a vida e a obra do autor inglês. Nosso foco é apresentar Alice como um portal de sonhos e criação de novas realidades através do encontro amoroso entre a imaginação e o pensamento. Temos planos de desenvolver novos projetos ligados à educação e atividades criativas com grupos maiores envolvendo crianças de 0 a sem anos.
Essa Sociedade foi fundada em 2009. Desde então nossa atuação tem sido intensa e diversificada, com destaque para as atividades artísticas e culturais produzidas por Adriana Peliano. Entre elas foram realizadas palestras no Brasil e no exterior, oficinas de arte e colagem, blogs com amplo material de pesquisa, publicação de livros e artigos. Também produzimos instalações artísticas interativas e atividades literárias e culturais com a participação de vários membros da Sociedade Lewis Carroll e convidados especiais, como o Grupo Oficcina Multimédia de Belo Horizonte, a professora de literatura Thereza Vasques, os escritores Wilson Bueno e Claudio Willer, entre outros.
Existem algumas importantes Sociedades Lewis Carroll em diferentes partes do mundo. Entre elas a pioneira Sociedade inglesa (Lewis Carroll Society), a americana (Lewis Carroll Society of North America) e a japonesa (Lewis Carroll Society of Japan), que nas últimas décadas têm promovido diversas atividades literárias e culturais além de publicar importantes periódicos sobre a vida e a obra de Lewis Carroll.
Quem sou eu?
Adriana Peliano é artista visual, designer, ilustradora, escritora e uma espécie de Alice. A colagem em diversas manifestações estéticas é a marca de sua produção artística. Em 2009 fundou a Sociedade Lewis Carroll do Brasil, uma associação artítisca dedicada à obra do autor dos livros de Alice. Entre os livros publicados destacam-se a tradução e o projeto gráfico para o manuscrito das “Aventuras de Alice no Subterrâneo” de Lewis Carroll publicado em 2011 pela editora Scipione, com o qual recebeu um prêmio Jabuti e suas ilustrações para a edição comemorativa dos 150 anos de Alice lançada pela editora Zahar em 2015. No mesmo ano deu palestra em Nova York sobre Alice nas artes visuais no aniversário da obra celebrado pela Lewis Carroll Society of North America.
Adriana Peliano
Há algo mais que gostaria de dizer?
Alice é um portal enigmágico, um mapa em movimento, um caminho inesgotável, um jardim de metamorflores e borboletras híbridas. Palavras inventadas, um convite ao despertar.
Adriana Peliano
Apr 11, 2016
Feb 1, 2016
Why is a Raven Like a Writing Desk?
"A reanimation of the tea party & riddle scene from Alice in Wonderland (1951), restyled by 17 paintings. Made with code by Justin Johnson, based on the paper on style transfer from Gatys, Ecker, and Bethge at the University of Tübingen in Sep 2015."
source
Jul 12, 2015
Alice psicodélica
Agradeço ao psicodélico Fabricio Bizu pela dica!
APOKALYPSIS - CABELOS DOURADOS (40 ANOS DE PSICODELIA BRASILEIRA)
Apr 27, 2015
Jasmine dreams with Alice in Disneyland dreams
more Alices by Jasmine Becket-Griffith in Deviant Art.
more Alices by Jasmine Becket - Griffith in Alicinations.
Jan 31, 2013
On every golden scale
Leonora Carrington
How doth the little crocodile... (1998)
How doth the little crocodile
Improve his shining tail,
And pour the waters of the Nile
On every golden scale!
How cheerfully he seems to grin,
How neatly spreads his claws,
And welcomes little fishes in
With gently smiling jaws!
Lewis Carroll
Alice in Wonderland
Leonora Carrington sculpture, Mexico City
How doth the little busy Bee
Improve each shining Hour,
And gather Honey all the day
From every opening Flower!
How skilfully she builds her Cell!
How neat she spreads the Wax!
And labours hard to store it well
With the sweet food she makes.
Isaac Watts
Against Idleness and Mischief
"How Doth the Little Crocodile" is a parody of the moralistic poem "Against Idleness and Mischief" by Isaac Watts (Alice was originally trying to recite that). Watts' poem begins "How doth the little busy bee," and uses a bee as a model of hard work. In Carroll's parody, the crocodile's corresponding "virtues" are deception and predation, themes which recur throughout Alice's adventures in both books, and especially in the poems."
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