Thursday, 26 November 2009

alice

JOGO DE MEMÓRIA

Baseado nas ilustrações de Luiz Zerbini para Alice no País das Maravilhas, editora Cosac Naify. (Fonte: Site da Editora)

NOVA MENTE ALICE

Picture 5

Esta é a cara da nova Alice no País das Maravilhas da Cosac Naify lançada em outubro de 2009.
A obra-prima de Lewis Carroll ganhou também uma edição especial, com caixa, para colecionadores.
A tradução exelente é de Nicolau Sevcenko, e as ilustrações do artista plástico Luiz Zerbini feitas com cartas de baralho, são simplesmente supercalifragilisticexpialidocious.

Alice não é mais a mesma.


This is the look of the new Alice in Wonderland edition by Cosac Naify launched in October 2009.
The masterpiece of Lewis Carroll also won a special edition, with a special box for collectors.
The translation of Nicolau Sevcenko is amazing, and the illustrations of the visual artist Luiz Zerbini, made with cards, are truly supercalifragilisticexpialidocious.

fonte: Site da Editora. Lançamento: out. 2009

Friday, 6 November 2009

Alice do Tim Burton está chegando

Estréia 5/03/2010 nos Estados Unidos e 16/04/2010 no Brasil




Dê uma boa idéia para a festa de comemoração
do lançamento do filme do Tim Burton e concorra a uma
Caixa com uma coleção de filmes de Alice


O concurso se encerra no dia 20 / 12/ 2009.


Envie sua resposta para o email alicenations@hotmail.com

Monday, 2 November 2009

Alice Marina Morena

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Marina Peliano

Marina Peliano era a minha irmãzinha. Mas ela comeu e eu não vi algum biscoito estranho pois cresceu tão de repente que virou trapezista, doceira de primeira e estudante de artista. Pedi para ela fazer uns desenhos inspirados em Alice e ela se aventurou. Achei bem lindas suas Alices que se parecem com ela. Lembro da carta de Paulo Mendes Campos para sua filha aos quinze anos de idade: "Esse livro é doido. O sentido está em ti".

Marina Peliano once was my little sister. But she ate any strange cookie and so suddenly she grew turning trapeze artist, sweet maker and art student, artist growing too. I asked her to do some drawings inspired on Alice and she followed the adventure. I found really beautiful her Alices who look like her. I remember now the letter of the writer Paulo Mendes Campos to his daughter when she was fifteen: "This book is crazy. The meaning is in you."

Saturday, 31 October 2009

Alice por Sarah Ottoni

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Mônica Toledo

"A conhecida história de Alice no País das Maravilhas serviu de mote para a exposição Um Mundo sem Medidas. Com a curadoria da francesa Valerie Marchi, a mostra apresenta instalações e fotografias de 13 artistas franceses.

Assim como a jovem sonhadora perdida num mundo de divagações em que as rupturas de escala são correntes, o visitante é convidado a se perder num lugar em que “as coisas seriam o que elas não são”. Jogos com escalas, incongruências e desequilíbrios que questionam tanto a ficção quanto o real. As obras expostas alimentam-se de contos de fadas, devaneios, medos e fantasmas da infância.

“As medidas que propomos ao público brasileiro com a realização desta exposição é a oportunidade impar de entrar em contato com as propostas que estão sendo colocadas por uma instigante geração de artistas contemporâneos franceses, suas descobertas, leituras da real, do imaginário e seus estranhamentos”, afirma Thaís Pena, produtora executiva da mostra.

No cerne da exposição, o espectador, transformado em heroi de uma narrativa em três dimensões, encontra-se confrontado com um mundo desconhecido em que suas referências se alteraram. Ele encontrará situações aberrantes e estranhas, flertando com seus fantasmas do passado. Enfim, trata-se de uma exposição lúdica que oferece várias leituras e destina-se tanto aos adultos quanto ao público jovem e infantil." CANDANGO!

Artistas:
Mireille Loup; Philippe Ramette; Gilbert Gracin; Françoise Pétrovitch; Gabriela Vanga; Bertrand Gadenne; Jean-François Fourtou; Jeremy Dickinson; Samuel Rousseau; Simone Decker.

MAC em São Paulo (SP), Museu Nacional em Brasília (DF) e Salvador (BA) /2009.

Friday, 23 October 2009

Concurso de chaves | Keys contest




Está aberto o concurso de CHAVES PARA O PAÍS DAS MARAVILHAS.


Como vocês sabem, a nossa logomarca é uma chave do País das Maravilhas.
Crie você também a sua chave e mande para a Sociedade que nós publicaremos nesse blog.
Pode ser desenho, foto, colagem, ou o que mais você inventar.
Depois de terminado o concurso, as chaves farão parte de um filme de animação de divulgação da Sociedade, e assim, ao participar, você está contribuindo também com a nossa Sociedade.


O concurso está aberto até 15/12.
O vencedor receberá de Natal uma edição super especial de "Alice no país das Maravilhas".


The contest KEYS TO WONDERLAND is open.


As you know, our logo is a key from Wonderland.
Now you are invited to create your own special key and send it to us.
May be drawing, photo, collage, or whatever else you create.

We will show your work, which will be part of an animated film of the Society.

The competition is open until 15/12.
The winner will receive for Christmas one exquisite edition of Alice.





Nazareno



Marcelo Sávio

Wednesday, 21 October 2009

O sentido está em ti

The writer Paulo Mendes Campos writes a letter to her daughter in her 15th birthday. He gives her an Alice in Wonderland edition and suggests how this book can help her to understand the world and herself.
Foreign readers can copy the text and translate it at the Google translator

Paulo Mendes Campos

Agora, que chegaste à idade avançada de quinze anos, Maria da Graça, eu te dou este livro: Alice no País das Maravilhas.

Este livro é doido, Maria. Isto é: o sentido dele está em ti.



Balthus

Escuta: se não descobrires um sentido na loucura acabarás louca. Aprende, pois, logo de saída para a grande vida, a ler este livro como um simples manual do sentido evidente de todas as coisas, inclusive as loucas. Aprende isso a teu modo, pois te dou apenas umas poucas chaves entre milhares que abrem as portas da realidade.

A realidade, Maria, é louca.


Balthus

Nem o Papa, ninguém no mundo, pode responder sem pestanejar à pergunta que Alice faz à gatinha: "Fala a verdade, Dinah, já comeste um morcego?"

Não te espantes quando o mundo amanhecer irreconhecível. Para melhor ou pior, isso acontece muitas vezes por ano. "Quem sou eu no mundo?" Essa indagação perplexa é o lugar – comum de cada história de gente. Quantas vezes mais decifrares essa charada, tão entranhada em ti mesma como os teus ossos, mais forte ficarás. Não importa qual seja a resposta; o importante é dar ou inventar uma resposta. Ainda que seja mentira.



Balthus

A sozinhez (esquece essa palavra que inventei agora sem querer) é inevitável. Foi o que Alice falou no fundo do poço: "Estou tão cansada de estar aqui sozinha!" O importante é que ela conseguiu sair de lá, abrindo a porta. A porta do poço! Só as criaturas humanas (nem mesmo os grandes macacos e os cães amestrados) conseguem abrir uma porta bem fechada, e vice-versa, isto é, fechar uma porta bem aberta.

Somos todos tão bobos, Maria. Praticamos uma ação trivial e temos a presunção petulante de esperar dela grandes conseqüências. Quando Alice comeu o bolo, e não cresceu de tamanho, ficou no maior dos espantos. Apesar de ser isso o que acontece, geralmente, às pessoas que comem bolo.

Maria, há uma sabedoria social ou de bolso; nem toda sabedoria têm de ser grave.

A gente vive errando em relação ao próximo e o jeito é pedir desculpas sete vezes por dia: "Oh, I beg your pardon!" Pois viver é falar de corda em casa de enforcado. Por isso te digo, para tua sabedoria de bolso: se gosta de gatos, experimenta o ponto de vista do rato. Foi o que o rato perguntou à Alice: "Gostarias de gatos se fosses eu?"



Balthus

Os homens vivem apostando corrida, Maria. Nos escritórios, nos negócios, na política, nacional e internacional, nos clubes, nos bares, nas artes, na literatura, até amigos, até irmãos, até marido e mulher, até namorados, todos vivem apostando corrida. São competições tão confusas, tão cheias de truques, tão desnecessárias, tão fingindo que não é, tão ridículas muitas vezes, por caminhos tão escondidos, que, quando os atletas chegam exaustos a um ponto, costumam perguntar: "A corrida terminou! mas quem ganhou ?" É bobice Maria da Graça, disputar uma corrida se a gente não irá saber quem venceu. Se tiveres de ir a algum lugar, não te preocupe a vaidade fatigante de ser a primeira a chegar. Se chegares sempre aonde quiseres, ganhaste.





Disse o ratinho: "Minha história é longa e triste!" Ouvirás isso milhares de vezes. Como ouvirás a terrível variante: "Minha vida daria um romance". Ora, como todas as vidas vividas até o fim são longas e tristes, e como todas as vidas dariam romances, pois o romance é só o jeito de contar uma vida, foge, polida mas energicamente, dos homens e das mulheres que suspiram e dizem: "Minha vida daria um romance!" Sobretudo dos homens. Uns chatos irremediáveis, Maria.

Os milagres sempre acontecem na vida de cada um e na vida de todos. Mas, ao contrário do que se pensa, os melhores e mais fundos milagres não acontecem de repente, mas devagar, muito devagar. Quero dizer o seguinte: a palavra depressão cairá de moda mais cedo ou mais tarde. Como talvez seja mais tarde, prepara-te para a visita do monstro, e não te desesperes ao triste pensamento de Alice: "Devo estar diminuindo de novo". Em algum lugar há cogumelos que nos fazem crescer novamente.

E escuta esta parábola perfeita: Alice tinha diminuído tanto de tamanho que tomou um camundongo por um hipopótamo. Isso acontece muito, Mariazinha. Mas não sejamos ingênuos, pois o contrário também acontece. E é um outro escritor inglês que nos fala mais ou menos assim: o camundongo que expulsamos ontem passou a ser hoje um terrível rinoceronte. É isso mesmo. A alma da gente é uma máquina complicada que produz durante a vida uma quantidade imensa de camundongos que parecem hipopótamos e de rinicerontes que parecem camundongos. O jeito é rir no caso da primeira confusão e ficar bem disposto para enfrentar o rinoceronte que entrou em nossos domínios disfarçado de camundongo. E como tomar o pequeno por grande e o grande por pequeno é sempre meio cômico, nunca devemos perder o bom humor.



Pilar Correia

Toda pessoa deve ter três caixas para guardar humor: uma caixa grande para o humor mais ou menos barato que a gente gasta na rua com os outros; uma caixa média para o humor que a gente precisa ter quando está sozinho, para perdoares a ti mesma, para rires de ti mesma; por fim, uma caixinha preciosa, muito escondida, para as grandes ocasiões. Chamo de grandes ocasiões os momentos perigosos em que estamos cheios de dor ou de vaidade, em que sofremos a tentação de achar que fracassamos ou triunfamos, em que nos sentimos umas drogas ou muito bacanas. Cuidado, Maria, com as grandes ocasiões.


Joseph Cornell

Por fim, mais uma palavra de bolso: às vezes uma pessoa se abandona de tal forma ao sofrimento, com uma tal complacência, que tem medo de não poder sair de lá. A dor também tem o seu feitiço, e este se vira contra o enfeitiçado. Por isso Alice, depois de ter chorado um lago, pensava: "Agora serei castigada, afogando-me em minhas próprias lágrimas".

Conclusão: a própria dor deve ter a sua medida: É feio, é imodesto, é vão, é perigoso ultrapassar a fronteira de nossa dor, Maria da Graça.



Paula Rego

Fonte: Para Maria da Graça, in Para gostar de ler, crônicas, São Paulo, Ática, 1979, v.4, p.73-76.

Monday, 19 October 2009

Ilustração de Sarah Ottoni

Sarah Ottoni


Sarah Ottoni é ilustradora e designer, graduada em Artes Visuais pela Universidade Federal de Goiás. Trabalha na Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da UFG executando projetos gráficos e ilustrações. Também atua como freelancer na área editorial. Já teve trabalhos publicados na Ilustre Magazine e no Jornal da UFG. Em 2008 visitou a Feira Internacional do Livro Infantil em Bolonha (Itália) onde pôde acompanhar palestras e exposições de ilustradores consagrados internacionalmente.

Wednesday, 14 October 2009

Mariana Massarani brinca de Alice no País das Maravilhas

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Mariana Massarani






Mariana Massarani






Mariana Massarani


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Tuesday, 13 October 2009


Colagem sobre fotografia de Cindy Sherman.

Sunday, 27 September 2009

Nesse mundo só meu | In a world of my own

OUÇA - ME



Ana Martins canta "In a world of my own". Versão em Português.
Ana Martins sings "In a world of my own". Portuguese version.

DISNEY BOSSA NOVA. Brazil's legends of Bossa Nova Perform Disney Classics.
Music by Sammy Fain | Lyrics by Bob Hiliard.



Versão Original | Original version.

Sunday, 6 September 2009

Animalice


Animalice é um trabalho em net-art que cria uma interface digital com base na história “Alice no Pais das Maravilhas”. O projeto não pretende ser uma versão a mais da conhecida história, mas busca desenvolver uma rede de pequenas interfaces que permitam mapear um território de sensações e acontecimentos. O projeto se fundamenta na hipótese de que uma nova produção de sentido venha a ser formulada a partir da interação com estruturas narrativas baseadas nas novas tecnologias da informação. O trabalho foi produzido por estudantes da Escola de Belas Artes – UFRJ, sobre a coordenação do professor, artista e pesquisador Guto Nóbrega.

Animalice is a work in net-art that creates a digital interface based on the story "Alice in Wonderland." The project do not intended to be a version of the well-known story, but seeks to develop a network of small interfaces to map a territory of sensations and events, based on new information technologies. The work was produced by students of the School of Fine Arts - UFRJ, and the coordinator was the professor, artist and researcher Guto Nóbrega.



Wednesday, 2 September 2009

Alice visita o Brasil | Alice visits Brazil

Adriana Peliano


Ilustração de Jô Oliveira.


Alice visita o Sítio do Picapau Amarelo


Alice chegou ao Brasil pelas mãos do escritor Monteiro Lobato (1882 – 1948). Foi ele quem fez a primeira adaptação de Alice no País das Maravilhas em 1931 com ilustrações de A.L. Bowley e a de Alice no País do Espelho em 1933 com ilustrações de Tenniel. Mas a presença de Alice na obra de Lobato vai mais além, ela visita algumas de suas estórias e interage com os personagens num jogo intertextual de alcance inusitado.

CONTINUA

Alice's Adventures on th Yellow Woodpecker Ranch

Alice reached Brazil thanks to the writer Monteiro Lobato (1882 -1948). The first adaptation of Alice in Wonderland was made by him in 1931, with illustrations by A.L. Bowley and of Alice Through the Looking-Glass in 33, with illustrations by Tenniel. But the presence of Alice in Lobato’s work goes much further. Alice visits some of his stories and interacts with his characters, in an intertextual game of unusual scope.


Guto Lacaz's pun over Tenniel's Alice and Andre le Blanc's Emily.

Alice e Macunaíma

Myriam Ávila

Alice through Macunaíma's looking glass.


Imagem: colagem sobre John Tenniel e Arlindo Daibert.

"(...) De todo modo, se apenas para subverter, Macunaíma vai em busca do estrangeiro. Deseja a moça branca, “Mani, filha da mandioca” e não se oporia a encontrar a menina inglesa, Alice.
Ao se olharem os olhos do estrangeiro, é nossa própria imagem como estrangeiros que vemos. O tema é mencionado tanto em Macunaíma como em Através do espelho. (...)"

(...) Macunaíma goes out in search of the foreign man. He desires a white woman, “Mani, daughter of cassava” and would not oppose to find the English girl, Alice.
As we look to the outsiders, it is our own image we see as outsiders that we are, topic mentioned in Macunaíma as well as in Através do Espelho. (...)

(Dissertação de Mestrado em Literatura de Expressão Inglesa).
Belo Horizonte, Faculdade de Letras/UFMG, 1986.

Mapa Astral de Lewis Carroll Natal Chart





Mapa Astral de Lewis Carroll
Lewis Carroll Natal Chart

O mapa astral de Lewis Carroll é interpretado pelo famoso astrólogo Cid Marcus Vasques. Aquariano com ascendente em Sagitário, a personalidade complexa do autor inglês é analisada em diferentes aspectos que influenciaram sua obra como suas emoções, sua mente lógica e criativa, sua sensibilidade e sua sexualidade.

The astral map of Lewis Carroll is interpreted by the famous astrologist Cid Marcus Vasques. The complex personality of the British author is analyzed in different aspects such as his emotional state, his logical and creative mind, his sensibility and his sexuality.

Em breve a leitura do mapa | Intrepretation soon.

Alice através da Arte | Maravilhas

Alice trough Brazilian Art | Wonderland Game

It is a game of displacements and free associations. Help me and send your suggestions!

Chapter 1: Down the Rabbit Hole

José Aloise Bahia, Relógio de Farnese, 2006.

(…) but, when the Rabbit actually took a watch out of its waistcoat-pocket, and looked at it, and then hurried on, Alice started to her feet, for it flashed across her mind that she had never before seen a rabbit with either a waistcoat-pocket, or a watch to take out of it, and burning with curiosity, she ran across the field after it, (…)

Alice através da Arte

Alice through Brazilian Art | Looking Glass game.

It is a game of displacements and free associations. Help me and send your suggestions!

Chapter 1: Looking Glass house

Valeska Soares, Sem título, 2005.

“Let's pretend the glass has got all soft like gauze, so that we can get through. Why, it's turning into a sort of mist now, I declare! It'll be easy enough to get through--'She was up on the chimney-piece while she said this, though she hardly knew how she had got there. And certainly the glass WAS beginning to melt away, just like a bright silvery mist.”

TALES and TALES in Portuguese

16 Brazilian TALES and TALES


ALICE'S ADVENTURES UNDER GROUND
Lewis Carroll original manuscript


AVENTURAS DE ALICE NO SUBTERRÂNEO
Translation and Graphic Design by Adriana Peliano


Jabberwocky in Portuguese

9 BRAZILIAN TRANSLATIONS OF JABBERWOCKY



`Twas brillig, and the slithy toves

Did gyre and gimble in the wabe:

All mimsy were the borogoves,

And the mome raths outgrabe. (...)


original by Lewis Carroll.


Era briluz.
As lesmolisas touvas roldavam e reviam nos gramilvos.
Estavam mimsicais as pintalouvas,
E os momirratos davam grilvos. (...)


Portuguese version by Haroldo de Campos.

Alice: um livro infinito

John Tenniel

"Quando Alberto Manguel tinha "8 ou 9 anos", alguém lhe deu um exemplar de Alice no País das Maravilhas & Através do Espelho. Nessa primeira leitura, não entendeu tudo, mas o livro lhe marcou para todo o sempre. "Alice foi uma revelação, um espelho para mim, e o ainda é hoje; suas passagens se prestam a discutir quase qualquer tema, o que vale para muitos outros livros; a Bíblia é também um livro infinito." Estado de São Paulo, 26/12/2000

“When Alberto Manguel was “8 or 9”, someone gave him a copy of Alice’s books. His first-time reading, he didn’t understand everything, but the book touched him forever. “Alice was a revelation, a mirror to me, and it still is; its passages are given to discuss almost any subject, which for many other books, the Bible is also an endless book.”

John Tenniel

“Nenhum livro acaba. Os livros não são longos, são largos. A capa, como a sua própria forma revela, não passa de uma porta para a subjacente presença do livro, ou antes para outra porta, que revela a outra. Terminar um livro significa abrir a última porta, para que nunca mais se feche...”

Giorgio Manganelli

Alice e Você | Alice and You


EXPERIÊNCIAS PESSOAIS ALICEANAS | PERSONAL EXPERIENCES INSPIRED ON ALICE


Bem vindo ao restaurante da Alice


Adriana Peliano




Alice and the Magic Tableware World

Carol Tardivo




Festa de Alice por Carola Trimano



Tuesday, 1 September 2009

10 Alices na Arte Brasileira | 10 Alices by Brazilian artists


Ilustrações e inspirações | Illustrations and inspirations.
Adriana Peliano
A Lagarta | Catterpillar

Alice, entendida aqui como o caos-cosmos definido a partir das duas Alices de Lewis Carroll: Alice no país das Maravilhas (1865) e Através do Espelho e o que Alice encontrou lá (1872), ainda é um grande enigma. Paradoxo, nonsense, jogo, labirinto. O País das Maravilhas e o País do Espelho não são espaços geográficos, construídos dentro de uma topografia linear e contínua, mas de quebra-cabeças, tabuleiros, espelhos, rupturas e deslocamentos. O universo se expande, se comprime e se inverte enquanto Alice perde e procura sua identidade, prestes também a perder a cabeça. Enquanto isso ela se move no terreno movediço da linguagem que se desmonta e revela suas armadilhas lógicas e semânticas. Se o texto é assim, por que as suas ilustrações são em geral tão literais e unívocas? A proposta da pesquisa foi portanto a de ilustrar novamente as duas Alices, operando uma nova relação entre texto e imagem, na busca de uma aproximação de Alice em sua maior complexidade.

Adriana Peliano
O Coelho Branco | White Rabbit

Alice, understood as the chaos-cosmos amalgamation of both Alice books, “Alice in Wonderland” and “Through the Looking - Glass” and what Alice found there, is still an amazing enigma; paradox, nonsense, game, labyrinth of dreams. Wonderland and the other side of the looking glass are not geographical spaces with a linear and continuous topography but a sequence of puzzles, game boards, mirrors and labyrinths. The universe expands, contracts and gets inverted while Alice loses and looks for her identity. All of this with the gloomy threat of losing her head. Meanwhile, she moves throughout the sliperry terrain of language which falls apart revealing its own logic and semantic traps. If the texts are so complex, why should their illustrations be so literal and unequivocal? Bearing this question in mind, the purpose of this research is to reillustrate both Alices, operating within a new relation between text and image, in search for a dialog betwen Alice and her complexities.

IMAGENS DAS MARAVILHAS | WONDERLAND
VEJA - ME | SEE
VEJA MAIS | SEE MORE

IMAGENS DO ESPELHO | LOOKING GLASS

ANDERSON RESENDE

Anderson Resende

VEJA - ME | SEE


ARLINDO DAIBERT

Besides Alice’s images, Daibert produced plays about big books of Brazilian literature. His drawings demonstrate a vast game of plastic art questions that differentiate him from an “illustrator” in the conventional way. The written word works as a starting point for the sophisticated plastic-art ideas that win autonomy regarding the narrative literature. On Alice’s series, he uses a refined design and soft colors, revealing at the same time feelings of oddness and a strong erotic content.
Gilberto Chateaubriand’s Collection, gently conceded images.

Arlindo Daibert

“Arlindo Daibert (Juiz de Fora MG 1952 - idem 1993). Desenhista, gravador, pintor e professor. Forma-se em letras pela Universidade Federal de Juiz de Fora - UFJF, em 1973. Na época, contribui com poemas e ilustrações no suplemento Arte e Literatura do Diário Mercantil, entre outros. Recebe prêmio do governo da França, e freqüenta curso de técnicas de gravura no Atelier Calevaet-Brun, em Paris, entre 1975 e 1976. Retornando ao Brasil, realiza individuais nas quais expõe desenhos organizados em séries temáticas: Alice no País das Maravilhas, Gran Circo Alegria de Viver e Fantástica, entre outras. As referências à literatura são uma constante em sua produção, como na série Macunaíma de Andrade, 1982. Participa da criação da Oficina de Gravura Largo do Ó, em Tiradentes, Minas Gerais, em 1984. Nesse mesmo ano, ingressa no Departamento de Artes da UFJF, onde dirige projeto de estudo e organização do acervo de artes plásticas do poeta Murilo Mendes (1901 - 1975). Coordena diversas mostras sobre o poeta e é curador de várias exposições de artistas brasileiros. Em 1995, é publicado Caderno de Escritos, pela Editora Sette Letras, com seus ensaios sobre arte, e, em 1998, o livro Imagens do Grande Sertão - Arlindo Daibert, com os trabalhos da série Grande Sertão: Veredas, pelas editoras da UFJF e da Universidade Federal de Minas Gerais. Em 2000, é publicado o livro Arlindo Daibert: Depoimento, organizado por Fernando Pedro da Silva e Marília Andrés Ribeiro, pela editora C/Arte.”
Enciclopédia Itaú Cultural de Artes Visuais.

Arlindo Daibert

Arlindo Daibert sempre navegou no oceano da literatura. Além das imagens de Alice no país das maravilhas, produziu peças sobre o Grande Sertão, de Guimarães Rosa e Macunaíma, de Mário de Andrade. Seus desenhos realizados ao longo da década de 80 demonstram bem a ampla gama de questões plásticas manipuladas por Daibert, e que o diferenciam de um “ilustrador” no sentido convencional do termo. Ao contrário, a palavra escrita funciona aqui como um ponto de partida para idéias plásticas sofisticadas, que articulam diferentes sistemas lingüísticos e que ganham autonomia em relação à narrativa literária. Na série Alice no país das Maravilhas [Alice in Wonderland] (1978), ele usa um design refinado e cores suaves, revelando ao mesmo tempo sentimentos de estranheza e um forte conteúdo erótico.

Arlindo Daibert

Coleção Gilberto Chateaubriand. Imagens gentilmente cedidas.


DORA LONGO BAHIA

ACORDA ALICE | WAKE UP ALICE

Exposição na Galeria Luisa Strina em São Paulo de 23 de outubro a 27 de janeiro de 2006.

Dora Longo Bahia

“AcordaLice” ocupa os três pisos da galeria e propõe uma comparação entre as personagens Alice (de Alice no País das Maravilhas e Alice do Outro Lado do Espelho, de Lewis Carroll) e Ana Lívia Pulcrabella (de Finnegans Wake, de James Joyce) por meio de duas vídeo-instalações, objetos e uma instalação sonora...




Helenbar no país de Alice

por Renata Petrocelli

Helenbar

Ela pode ser uma personagem virtual, com ares de Alice no país das maravilhas e habitante de um universo que mistura fotografia, ficção e computação gráfica. Mas também pode ser uma agitada carioca contemporânea, dividida entre o mestrado na Esdi/Uerj e trabalhos de design gráfico. Na vida de Helena de Barros – ou Helenbar, para os internautas mais íntimos –, imagem é tudo. Helenbar, a criatura, surgiu em 2003 e logo conquistou milhares de fãs em seu fotolog na internet. Até hoje, protagoniza cenas inspiradas em Alice e também em estrelas de cinema dos anos 40, pin-ups e personagens do circo do começo do século XX. Helena, a criadora, tem 33 anos, vive inventando adereços para si própria e já mudou a cor dos cabelos centenas de vezes. Produz sozinha todas as imagens de seu fotolog e de seu site (http://helenbar.com), que partem de auto-retratos. "O auto-retrato é uma matéria-prima. Sou a fonte mais acessível de personificação das minhas idéias, sei o que quero produzir e como devo atuar para conseguir exatamente o que busco", argumenta Helena, que dá a receita para quem quer aproveitar ao máximo o universo de imagens que nos cerca. "É preciso desenvolver o modo de olhar, numa equação de criatividade, cultura, expressão, autoconhecimento, estilo, disponibilidade de recursos e técnica."

Helenbar

Fairest Helena
 by Mark Burnstein

Brazilian artist Helena de Barros first became enamored of Carroll's works when she was still a teenager, reading the excellent Portuguese translation by Sebastião Uchoa Leite. Her first experiments on illustrating Wonderland were made in 1992, and continue to this day, with the truly dazzling results. (...)


ENTREVISTA EXCLUSIVA
LEIA-ME

Helenbar


SÔNIA MENA BARRETO

Sônia Mena Barreto leaves on the screens the dreamlike and the individual impression about a subconscious and surreal world. It’s composed by hallucinatory, crazy, lyrics, hyper-real images. She recreates the world in intertextual games.


Sônia Mena Barreto

Detalhe.

Sônia Mena Barreto

Detalhe.
John Tenniel | Inspiração.

Personagens de Alice aparecem num jogo intertextual e metaligüístico no país das maravilhas de Sônia Menna Barreto.

“Um certo toque surreal e onírico permeia a obra Sônia Menna Barreto, consubstanciada na subversão do real e de suas relações espaciais, temporais e lógicas. Refletindo sobre a linguagem artística e tendo como referência recorrente a própria obra de arte, sua pintura torna-se metalingüística e, a despeito de jogar freqüentemente com imagens do passado, assume uma postura moderna. Trata-se de uma pintura cenográfica, silenciosa e bela.”
Enock Sacramento – Site da artista.

Sônia Regina Menna Barreto deixa nas telas o onírico, a impressão individual sobre o mundo. Subconsciente. “Sur”realismo, idéia. Não vai a captura da arte, mas antes, é capturada. Por cores, telas e traços que, escondidos do comum, buscam uma nova forma, um retrato narrado. Transforma acordes. Compõe odes perfeitas, alucinantes, alucinadas, líricas, hiper-reais. Recria o mundo. Lúcido, recreado. Antigo refletido, acadêmico revisitado, espelhado nas luzes de prisma, descrito.”
Vera Helena Penteado – Site da artista.


ROSANGELA RENNÓ

In the beginning of her career, young Rosângela Rennó used many objects originated from her childhood experience. The artist says that Alice (1987/1988) is a series of eight pictures in which she started to recycle her personal file. A gigantic doll that sometimes she used as Alice.

Rosangela Rennó
Ataque à Dama, 1987, da série Alice 27 x 35 cm, fotografia em papel de prata/gelatina.

“No início de sua carreira, a jovem Rosângela Rennó usará também muitos objetos lúdicos, alguns provenientes de sua própria vivência infantil. Diz a artista que Alice (1987/1988), obra feita no ano em que se formou na escola Guignard em Belo Horizonte, “é uma série de oito fotos, anterior a Conto de Bruxas, na qual comecei a reciclar meu próprio arquivo. Usava a imagem de uma boneca gigante que fazia as vezes de Alice para mim.” (Depoimento ao autor em 10 de agosto de 1996)”
Paulo Herkenhoff in. Rosangela Rennó. São Paulo: Edusp, 1996.

Rosangela Rennó
Alice não mora mais aqui. Série Alice. Fotografia em papel de Brometo de Prata. Dimensões 35 x 27 cm.

Rosangela Rennó
Alice e o Gato de Cheshire, 1987, da Série Alice, 35 x 27 cm, fotografia em papel prata/gelatina.


ROGÉRIO DEGAKI

Rogério Degaki

Na exposição Humpty Dumpty, Degaki, de 32 anos, cria uma ligação com a obra do escritor Lewis Carroll, autor do livro 'Alice no País das Maravilhas', desenvolvendo um ambiente imaginário para suas esculturas, forrando todo o piso do espaço expositivo com grama artificial...

On the exhibition Humpty Dumpty, Degaki creates a link with the work of writer Lewis Carroll, author of "Alice in Wonderland" by creating a surreal atmosphere to the sculptures, lining the entire floor of the space with artificial grass...


Rogério Degaki

VEJA-ME


THAIS VILANOVA

Thais Vilanova

Fragmentos do livro-objeto "Alice Através do Espelho".
Adaptado do original de Lewis Carrol. (Edição da Autora).


VIK MUNIZ

Vik Muniz recreates the famous photography of Alice Liddell. Rebus, the name of the series, sends to the visual paradoxes. Such as other works of Vik Muniz, the image reconfigures as we get close. Then, there are shown hundreds of colored plastic toys.

Vik Muniz

Lewis Carroll

Vik Muniz recria a célebre fotografia de Alice Liddell tirada por Lewis Carroll. Rebus, o nome da série, remete aos paradoxos visuais. Assim como outros trabalhos de Vik Muniz, a imagem se reconfigura a medida que nos aproximamos. Surgem então centenas de minúsculos brinquedos coloridos de plástico, revelando uma infância doce e lúdica, como também compulsiva e possessiva. Relações de poder estabelecem jogos com o desafio ambíguo que nos lança o olhar maduro de Alice Liddell, entre a sedução e o desprezo, desmontando nossos ideais de uma infância pueril e ingênua.

Vik Muniz


Vik Muniz

CATÁLOGO DA ZOOMP

“Catálogo para a Zoomp, projeto que reuniu vários artistas em torno do tema ALICE NO PAIS DAS MARAVILHAS, entre eles Arnaldo Antunes, Augusto de Campos e Waly Salomão. O primeiro catálogo de moda do designer Rico Lins, por expor menos moda que atitude, revelou a possibilidade de estreitar a ligação entre moda e cultura. Um dos promeiros trabalhos da modelo Gisele Bündchen, antes de estourar nas passarelas.”
Rico Lins: uma gráfica de fronteira. | Instituto Tomie Ohtake. São Paulo: Slisluna Editora, 2009.

Daniela Thomas

ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS
VÁRIOS ARTISTAS
Catálogo conceitual da coleção da Zoomp – inverno de 97.
Formato: 29 x 31 cm. 85 pág.
Fotos, desenhos, poemas e colagens.

VEJA-ME


10 Alices no teatro | 10 Alices in theatre

Para acessar os links você precisa tornar-se membro da Sociedade Lewis Carroll do Brasil.
To access the links you need to become a member of the Lewis Carroll of Brazil.

ARMAZÉM CIA.



BETE COELHO
Arquivo pessoal de Bete Coelho. | Catálogo da ZOOMP.




CIA DO CHAPÉU




DIREÇÃO FERNANDO ANHÊ



DIREÇÃO MARCO DOS ANJOS



GRUPO CIA. PLURAL



GRUPO BRILUZ



GRUPO OFICCINA MULTIMÉDIA


LE PLAT DU JOUR
VEJA ME | SEE ME



LUANA PIOVANI


MUSICAL INFANTIL


Alice na Moda Brasileira


Daniela Thomas

ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS
Vários artistas
Catálogo conceitual da coleção da Zoomp – inverno de 97.
Formato: 29 x 31 cm. 85 pág.
Fotos, desenhos, poemas e colagens.

Alice ilustrada no Brasil | Brazillian Alice illustrators

“E para que serve um livro”, pensou Alice, “sem figuras nem diálogos?”


Alice no Brasil: traduções, Adaptações e Ilustrações
Alice in Brazil: Illustration as translation


Nilce Maria Pereira


ALEXANDRE RAMPAZO

MAIS | MORE

Tradução de Telma Guimarães
Coleção Bioclássicos.
São Paulo: Editora do Brasil, 2009.


Ale Rampazo


BEATRIZ BERMAN


LIVRO DE HISTÓRIAS. Baseado na obra de Monteiro Lobato.
Várias histórias com diferentes redatores e ilustradores.
Alice é contada por Orlando P. Miranda e ilustrada por Beatriz Berman. (Argentina)
Rio de Janeiro: Rio Gráfica Editora, 1979.
21 x 28 cm. 123 pág. 16 pág. e 9 ilustrações a cores para Alice.


Beatriz Berman


CÉLIA SEYBOLD


Tradução e adaptação de Nicolau Sevcenko.
São Paulo: Série Reencontro,Scipione, 1995. (8a edição)
Formato: 14 x 20,5 cm. 126 pág.
34 ilustrações. Bico de Pena, P & B. Capa: Montagem fotográfica, Cor.

Célia Seybold


CLAUDIA SCATAMACCHIA


AVENTURAS DE ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS
Tradução cedida por Sebastião Uchôa Leite.
São Paulo: Círculo do livro S.A., 1982.
Formato: 13 x 21 cm. 160 pág.
32 ilustrações. Bico de pena, P &B. Capa, cor.

Claudia Scatamacchia

AVENTURAS DE ALICE ATRAVÉS DO ESPELHO
Tradução cedida por Sebastião Uchôa Leite.
São Paulo: Círculo do livro S.A., 1986.
Formato: 13 x 21 cm. 170 pág.
21 ilustrações. P & B. Capa, cor. Bico de pena.

Claudia Scatamacchia




Tradução de Regina Stella Moreira Gomes.
São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1984.
Formato: 21 x 31 cm. 126 pág.
76 ilustrações, cor. Colagem e Pastel.

Darcy Penteado


DOROTÉIA VALE

Coleção Reencontro Infantil.
Adaptação de Nilson José Machado.
São Paulo: Scipione, 2002.
Formato: 19 x 26 cm. 48 pág.
22 ilustrações. Fotografias de bonecos e cenários de massinha, cor.

Dorotéia Vale


Adaptação de Edy Lima da tradução Original de Monteiro Lobato.
Primeiros Clássicos.
São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2007.

Elizabeth Teixeira


ELOAR GUAZZELLI

MAIS | MORE

Coleção Recontar.
Tradução de Índigo.
Editora Escala educacional, 2006.
Formato: 20 x 18 cm. 72 pág.

Eloar Guazzelli


JÔ OLIVEIRA

MAIS | MORE

ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS
Tradução de Ana Maria Machado.
São Paulo: Editora Ática, 1997.
Formato: 17 x 23,5 cm. 135 pág.
26 ilustrações, P &B. Scretch Board.

Jô Oliveira

Lucília Garcez.
Belo Horizonte: Editora Dimensão, 1998.
Formato: 23 x 20 cm. 32 pág.
16 ilustrações, cor.

Jô Oliveira

“O menino Charles gostava de inventar coisas e imaginar animais fantásticos. Sabia tudo de Matemática e vivia desenhando e inventando jogos. Quando cresceu, com o pseudônimo de Lewis Carroll, escreveu para crianças livros cheios de humor e fantasia, entre os quais se destaca ‘Alice no país das maravilhas’.”

JOÃO FAHRION


ALICE NA CASA DO ESPELHO
Tradução de Pepita de Leão.
Porto Alegre: Edição da livraria do Globo, 1934.
Formato: 17 x 22 cm.153 pág.
74 ilustrações P&B e 8, cor.

João Fahrion


LAURABEATRIZ

MAIS | MORE

Contada por Rui Castro.
São Paulo: Companhia das letrinhas, 1992.
Formato: 23,5 x 25,5 cm. 72 pág.
37 ilustrações, cor. Crayon coloridos.

Laurabeatriz


LILA FIGUEIREDO

MAIS | MORE

ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS E ALICE NO PAÍS DO ESPELHO

Tradução e adaptação de Monteiro Lobato.
São Paulo: Editora Abril Cultural, 1972. (2a edição)
Formato: 16 x 22 cm. 176 pág.
11 ilustrações para M. e 9 para E. Bico de pena, P&B. Capa, cor.




Lila Figueiredo


OSWALDO STORNI


ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS
Adaptação de Maria Thereza Cunha de Giacomo.
São Paulo: Editora Melhoramentos, 1974. (12a edição)
Formato: 15 x 21 cm. 137 pág.
13 ilustrações, P &B e 3, cor. Bico de Pena.

Oswaldo Storni

ALICE NO REINO DO ESPELHO
Adaptação de Maria Thereza Cunha de Giacomo.
São Paulo: Editora Melhoramentos, 1966.
Formato: 15 x 21 cm. 137 pág.
20 ilustrações, P & B. Bico de Pena.

Oswaldo Storni


PAULO AMARAL

MAIS | MORE

ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS
Tradução e adaptação de Oliveira Ribeiro Netto.
São Paulo, Editora do Brasil, s/d.
Formato: 16 x 20 cm. 110 pág.
10 ilustrações, P &B e cor.


Paulo Amaral

ALICE NO FUNDO DO ESPELHO
Tradução e adaptação de Oliveira Ribeiro Netto.
São Paulo, Editora do Brasil, s.d.
Formato: 16 x 20 cm. 142 pág.
10 ilustrações, P &B e Cor.

Paulo Amaral


SALMO DANSA

Releituras em verso de Letícia Dansa.
Belo Horizonte: Autêntica, 2008.
Formato: 19 x 27 cm. 76 pág.
16 ilustrações, cor.Técnica mixta:
colagem e arquitetura de papel.

Salmo Dansa


RICO LINS

Alice au Pays des merveilles.
Paris: La Farandole, 1982.



Rico Lins


SERGIO CÂNTARA E MIRIAN COSTA


ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS
Adaptação do texto: Honorino Angel Demarchi.
Porto Alegre: Editora Edelbra. Paraíso da criança V. s/d.
Formato: 16 x 23 cm. 14 pág.
8 ilustrações. Fotografias de bonecos e cenários tridimensionais, cor.

Sergio Cântara e Mirian Costa


OUTRAS OBRAS DE LEWIS CARROLL PUBLICADAS NO BRASIL


REGINA E. C. FERNANDES

A CAÇA AO TURPENTE

Tradução, apresentação e notas de Álvaro A. Antunes.
Além Paraíba: Interior Edições, 1984.
Formato: 16 x 23 cm. 112 pág.
10 ilustrações, P&B. Gravura.

Regina Fernandes


MARIANA MASSARANI

RIMAS DO PAIS DAS MARAVILHAS
Tradução de José Paulo Paes.
São Paulo: Ática, 1998.
Formato: 27,5 x 20,2 cm. 32 pág.

Mariana Massarani


Alice em vídeo e DVD no Brasil

LANÇAMENTOS NACIONAIS





Esta caixa contém os seguintes filmes:
Alice no País das Maravilhas - 1903 | Direção: Cecil M. Hepworth

Alice no País das Maravilhas - 1966 | Direção: Jonathan Miller
As Aventuras de Alice no País das Maravilhas - 1972 | Direção: William Sterling
Alice - 1989 | Direção: Jan Svankmajer


(The Wednesday Play - Alice in Wonderland)
Ano: 1966
Elenco: Anne-Marie Mallik, Freda Dowie, Jo Maxwell Muller
Direção: Jonathan Miller





Extra: ALICE IN WONDERLAND (1903, 8 min.)




(Alice's Adventures in Wonderland)
Ano: 1972
Elenco: Fiona Fullerton, Michael Crawford, Ralph Richardson
Direção: William Sterling





(Neco z Alenky)
Ano: 1988
Elenco: Kristýna Kohoutová, Camilla Power
Direção: Jan Svankmajer







Ano: 1999
Elenco: Whoopi Goldberg, Gene Wilder, Martin Short.
Direção: Nick Willing







DREAMCHILD
VHS
Ano: 1985
Elenco: Ian Holm, Coral Browne, Amelia Shankley
Diretor: Gavin Millar






Diretor John Donne
1968

"Alice Trampton é uma garota de uma família suburbana americana. Sua vida se transforma quando conhece uma hippie; então passa a experimentar as drogas da época e o sexo livre."




LEIA-ME | READ ME



BIBLIOGRAFIA SELECIONADA

Parte integrante do livro:

Originais: Annotated Alice, 1960; More Annotated Alice, 1990; The Annotated Alice: the definitive Edition, 2002.
Tradução de Maria Luiza de X. Borges. Introdução e notas de Martin Gardner.
Ilustrações originais de John Tenniel (Inglaterra).

Obras de Lewis Carroll

Algumas edições brasileiras das obras de Lewis Carroll
Edições anotadas dos Livros de Alice
Edições ilustradas de Alice



Cartas de Lewis Carroll
Produções Teatrais de Alice
Biografias de Lewis Carroll
Críticas de Carroll



Interpretações psicanalíticas de Carroll
Sobre Carroll como lógico e matemático
Sobre Alice Liddell
Bibliografias

Sobre nonsense
Sobre Tenniel e outros ilustradores




TESES E ARTIGOS ACADÊMICOS ALICIANOS
THESIS AND ACADEMIC ARTICLES

AIDEE, Aline. Análise interpretativa do Romance "Alice no País das Maravilhas".
UNIPAM. Orientação do Prof. Dr. Luís André Nepomuceno.
Interpretative analysis of Alice in Wonderland Novel

LEIA-ME

AMORIM, Lauro Maia. Translation and adaptation: differences, intercrossings and conflicts in Ana Maria Machado's translation of "Alice in Wonderland" by Lewis Carroll
Cadernos de tradução, Florianópolis, v. 01, n. 11, p. 193-209, 2004.

READ ME

ARRIGUCCI, Davi. Alice para adultos.
In. Outros achados e perdidos. São Paulo: Companhia das Letras, 1999.
Alice for adults

LEIA-ME

ÁVILA, Myriam. Alice through Macunaíma's looking glass.
(Dissertação de Mestrado em Literatura de Expressão Inglesa). Belo Horizonte, Faculdade de Letras/UFMG, 1986.

LEIA-ME

ÁVILA, Myriam. Nonsense, a morte do sentido.
In: Anais do Colóquio Nacional Morte da Arte Hoje, organização Rodrigo A. de Paiva Duarte. Belo Horizonte, Laboratório de Estética / FAFICH, 1993. p. 189 - 92.
Nonsense, the death of the sense

BENEVIDES, Ricardo. Alice e o tamanho: As potencialidades da transformação
do personagem e do próprio leitor.
Alice and the size: the capabilities of the character’s and the reader’s transformation

LEIA-ME

BORBA, M.C.S. Two Brazilian - Portuguese Translations of wordplay in "Alice's adventures in Wonderland"
Cadernos de Tradução, Florianópolis, v.2, pp. 115-26, 1997.

READ ME

CALDAS, Heloisa. Sexo e lógica na escrita de Lewis Carroll.
Clique - Revista dos Institutos Brasileiros de Psicanálise do Campo Freudiano. Belo Horizonte - MG: , v.2, p.75 - 79, 2003
Sex and logic in the writing of Lewis Carroll

LEIA ME


CASTRO, L.F. Leituras de "Alice no país das maravilhas": entre o texto original e algumas versões.
In: III Congresso Internacional de Leitura e Literatura Infantil e Juvenil do Oeste paulista, Presidente Prudente: UNESP, 2006.
Readings of Alice in Wonderland: between the original text and some other versions

LEIA-ME

COSTA, Cynthia Beatrice. Versões de Alice no País das Maravilhas: da tradução à adaptação de Carroll no Brasil.
Programa de Estudos pós-graduados em Literatura e Crítica Literária / PUC. São Paulo, 2008.
Alice in Wonderland versions: from translation to Carroll's adaptation in Brazil

LEIA-ME

FARIA, Z. Sobre a traduzibilidade de Alice no país das maravilhas.
In: Simpósio de literatura comparada,1, Belo Horizonte. Anais. Belo Horizonte: UFMG, 1987. pp.788-95.
The possibilities to translate Alice in Wonderland

LEIA-ME

LIMA, Maria José Batista de. A Recepção crítica à obra "Alice no país das Maravilhas", após a adaptação de Monteiro Lobato.
FAISA – Faculdade de Ilha Solteira, SP.
The receptive critique of the book “Alice in wonderland”, Adapted by Monteiro Lobato

LEIA-ME

MACHADO, A. M. Um passeio inesquecível
In: Carroll, L. Alice no país das Maravilhas. Traduzido por Ana Maria Machado. São Paulo: Ática, 1997. pp. 7-9.
An unforgettable Stroll

LEIA-ME

MACHADO, A. M. Lewis Carroll: um tímido que fez revolução
In: Carroll, L. Alice no país das Maravilhas. Trad. Ana Maria Machado. São PAulo: Ática, 1997. p. 131-36.
Lewis Carroll: an introverted that made a revolution

LEIA-ME

MAXIMO, G. Duas personagens em uma Emília nas traduções de Monteiro Lobato.
Campinas: Universidade Estadual de Campinas - Instituto de Estudos da Linguagem: [s.n.], 2004. Dissertação (mestrado).
Two characters in one Emilia in Monteiro Lobato’s translations

LEIA-ME

UCHÔA LEITE, Sebastião. O que a tartaruga disse à Lewis Carroll.
In: Aventuras de Alice.
Traduzido por Sebastião Uchôa Leite. São Paulo: Summus, 1980. (3a edição) pp. 7 -31
What the turtle says to Lewis Carroll

LEIA-ME

PELIANO, Adriana. Diálogo de Linguagens: Ilustração, tradução e transcriação
Dialogue of Languages: Illustration, translation and Transition

LEIA-ME

PELIANO, Adriana. Alice no Sítio do Picapau Amarelo.

LEIA-ME

PELIANO, Adriana. Alice on the Yellow Woodpecker Ranch.

READ ME

PEREIRA, Nilce M. Brincando com as palavras: a tradução dos trocadilhos em "Alice in Wonderland". Todas as Letras (São Paulo), São Paulo, v. 1, n. 4, p. 69-80, 2002.
Playing with the words: the translation of the ambiguity in Alice in Wonderland.

LEIA-ME

PEREIRA, Nilce M. Book illustration as intersemiotic translation: the case of "Alice in Wonderland" in Brazil.
In: Dorothy KENNY; Kyongjoo RYOU (eds.). (Org.). Across Boundaries: International Perspectives on Translation Studies. Newcastle: Cambridge Scholars Publishing, 2007, v. , p. 56-77.
ROMÃO, Lucília Maria Souza. No país das maravilhas: uma metáfora sobre o dizer na rede. Revista Magna. Revista Eletrônica de Divulgação Científica em Língua Portuguesa, Lingüística e Literatura - Ano 02 - n.03 - 2º Semestre de 2005.
In Wonderland: a metaphor for the network and the hipertext.


SOARES, Ana Claudia Marinho. "Amor cortês: uma forma de sublimação". Parte da Dissertação de Mestrado “Amor Transferencial e Arte: do laço à criação”. Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Instituto de Psicologia. Junho de 2009.
Courtly love: a form of sublimation.

READ-ME

WESTPHALEN, Flávia; BOFF, Nicole; GREGOSKI, Camila e GARCEZ, Pedro. Os tradutores de Alice e seus propósitos.
The translators of Alice and their purposes

LEIA-ME

ARTIGOS DE PERIÓDICOS

VEJA-ME

Alice – A menina aos 130 anos.
Freitas, Conceição.
Correio brasiliense. Brasília, 1/10/95.

Alice mora aqui.
Almeida, Carlos Helí.
Personagem de Carroll inspira filme, peça, catálogo de moda e poema de Antônio Cícero.
O Globo, segundo caderno. Rio, 5/04/1997.

O mundo dos espelhos de Lewis Carroll.
Jobim, Nelson Franco.
JB, caderno B. 6/07/1997.

A imaginação ilimitada e o nonsense na correspondência de Lewis Carroll.
Name, Daniela.
O Globo, prosa & verso. Rio, 16/08/1997.

Livro vai revelar pecados de Lewis Carroll.
Haag, Carlos.
O Estado de São Paulo, 23/08/1997.

As paisagens de palavras de Lewis Carroll.
Adriano, Carlos.
Folha de São Paulo, Mais! São Paulo, 11/01/1998.

Lewis Carroll cruzou o espelho há cem anos.
Machado, Cassiano Elek.
Folha de São Paulo, 14/01/1998.

Lewis Carroll – Exposição na Morgan Library comemora o centenário da morte do autor de “Alice no país das Maravilhas”
Nolasco, Sonia.
Gazeta Mercantil, 31/05/1998.

Edições Brasileiras das Alices

ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS E ALICE ATRAVÉS DO ESPELHO

Leia mais sobre essas edições AQUI


Tradução de Maria Luiza de X. Borges.
Introdução e notas de Martin Gardner.
Ilustrações originais de John Tenniel (Inglaterra).
Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2002.
ALTAMENTE RECOMENDADO.


Tradução de Eugênio Amado.
Capa de Claudio Martins.
Ilustrações originais de John Tenniel (Inglaterra), Harry Furniss (Inglaterra)
e A.B. Frost (Inglaterra).
Belo Horizonte: Itatiaia, 1999.
Volume 1: Aventuras de Alice no País das Maravilhas /
Do lado de dentro do Espelho / Sílvia e Bruno.

Volume 2: Conclusão de Sílvia e Bruno / Uma história emaranhada.

RECOMENDADO.


Tradução e organização de Sebastião Uchôa Leite.
Ilustrações originais de Lewis Carroll e John Tenniel (Inglaterra).
São Paulo: Summus, 1980. (3a edição)
RECOMENDADO.


Tradução e adaptação de Monteiro Lobato.
Ilustrações de Lila Figueiredo (Brasil).
São Paulo: Editora Abril Cultural, 1972. (2a edição)


ORDEM DECRESCENTE DE DATA.

ACEITAMOS CONTRIBUIÇÕES PARA COMPLETAR A LISTA.

Edições Brasileiras de Alice Maravilha

LEIA SOBRE AS EDIÇÕES BRASILEIRAS DE ALICE AQUI

"'Quem é você?', perguntou a Lagarta.

Não era uma maneira encorajadora de iniciar uma conversa. Alice retrucou, bastante timidamente: "Eu - eu não sei muito bem, Senhora, no presente momento - pelo menos eu sei quem eu era quando levantei esta manhã, mas acho que tenho mudado muitas vezes desde então." Lewis Carroll: Alice no País das Maravilhas.


Tradução de Liziane Kugland e Jorge Furtado.
São Paulo: Objetiva, 2008.
Formato: 15,5 x 19 cm. 168 pág.


Adaptação e ilustração anônimos.
Coleção Miniclássicos todo livro.
Blumenau: Todolivro, 2007.
Formato: 10 x 13 cm. 16 pág.


Tradução de Índigo. Ilustrações de Eloar Guazzelli. (Brazil)
Coleção Recontar.
Editora Escala educacional, 2006.
Formato: 20 x 18 cm. 72 pág.


Ilustrações originais de John Tenniel. (Inglaterra)
Coleção obra-prima de cada autor.
São Paulo: Martin Claret, 2005.
Formato: 11,5 x 18 cm. 152 pág.


Adaptação de Edy Lima da Tradução de Monteiro Lobato.
Coleção Primeiros Clássicos.
São Paulo: Editora IBEP Nacional, 2005.
Formato: 18 x 25 cm. 47 pág.


Tradução de Monteiro Lobato.
Coleção Clássicos Nacional.
São Paulo: Editora IBEP Nacional, 2005.
Formato: 16 x 22 cm. 128 pág.


Adaptação de Edy Lima. Ilustrações de Elizabeth Teixeira.
Coleção Reencontro Literatura.
São Paulo: Scipione, 2005.
Formato: 13,5 x 20,5. 72 pág.


Coleção Clássicos Infantis.
São Paulo: Editora Paulinas, 2005.


Originais: Annotated Alice, 1960; More Annotated Alice, 1990;
The Annotated Alice: the definitive Edition, 2002.
Tradução de Maria Luiza de X. Borges. Introdução e notas de Martin Gardner.
Ilustrações originais de John Tenniel (Inglaterra).
Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2002.

ALTAMENTE RECOMENDADO.


Adaptação de Nilson José Machado. Ilustrações de Dorotéa Vale (Brasil).
Coleção Reencontro Infantil.
São Paulo: Scipione, 2002.
Formato: 19 x 26 cm. 48 pág. 22 ilustrações.
Fotografias de bonecos e cenários de massinha, cor.


Adaptação e tradução anônimos.
Clássicos eternos.
São Paulo: Girassol, 2002.
26 pág.


Adaptação e tradução anônimos.
São Paulo: IBEP Nacional, 2002.
80 pág.


Tradução de Ricardo Gouveia.
Condensado e Ilustrado por Tony Ross. (Inglaterra)
São Paulo: WMF Matins Fontes, 2001.
Formato: 18 x 24 cm. 96 pág.


Coleção Cirandinha.
São Paulo: Girassol edições LTDA, 2001.
10 pág.


Coleção Ler e divertir.
São Paulo: DCL, 2000.
14 pág.


ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS
Tradução, introdução e notas: Isabel de Lorenzo
Tradução dos poemas: Nelson Ascher.
Ilustrações de Peter Newell.
Capa sobre imagem de Sigmar Polke.
São Paulo: Sol, 2000.
Formato: 14 x 21 cm. 34 ilustrações.151 pág.


Coleção Sonho Infantil.
São Paulo: DCL, 2000.
8 pág.


Adaptação do texto de Raquel Teles Yehezkel.
Ilustrações de Carlos Busquets.
Coleção Contos Contados.
Belo Horizonte: Editora Leitura, 2000.
Formato: 19 x 24 cm, 8 pág. 9 ilustrações, cor.


Tradução de Rosaura Eichenberg.
Ilustrações originais de John Tenniel. (Inglaterra)
Porto Alegre: L&PM, 1998. ( 1a edição)
Formato: 16 x 23 cm. 172 pág.


Tradução de Ana Maria Machado.
Ilustrações de Jô Oliveira. (Brasil)
São Paulo: Editora Ática, 1997.
Formato: 17 x 23,5 cm. 135 pág.
26 ilustrações, P & B.Scretch Board.


ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS
Adaptação e ilustração anônimas.
Blumenau: Editora Eko, 1997.
Formato: 10 x 13 cm. 23 pág. 13 ilustrações, cor.


Adaptação e ilustração anônimas.
Os meus contos clássicos favoritos.
São Paulo: Impala, 1995.
Formato: 23 x 31 cm. 38 pág. 19 ilustrações, cor.


Tradução e adaptação de Nicolau Sevcenko.
Ilustrações de Célia Seybold. (Brasil)
Série Reencontro. São Paulo: Scipione, 1995. (8a edição)
Formato: 14 x 20,5 cm. 126 pág. 34 ilustrações.
Bico de Pena, P & B. Capa: Montagem fotográfica, Cor.


Tradução de Barbara Theoto Lambert.
Ilustrações de Eric Kincaid. (Inglaterra)
São Paulo: Edições Loyola, 1995.
Formato: 22 x 29 cm. 108 pág.125 ilustrações, cor.


Adaptação anônima.
Ilustrações de Claudio Cernuschi e Maria de Filippo. (Portugal)
Blumenau: Editora Eko, 1993.
Formato: 10 x 13 cm. 16 pág. 12 ilustrações, cor.


Contada por Rui Castro.
Ilustrações de Laurabeatriz. (Brasil)
São Paulo: Companhia das letrinhas, 1992.
Formato: 23,5 x 25,5 cm. 72 pág.
37 ilustrações, cor. Crayon coloridos.


Tradução de Regina Stella Moreira Gomes.
Ilustrações de Darcy Penteado. (Brasil)
São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1984.
Formato: 21 x 31 cm. 126 pág.
76 ilustrações, cor. Colagem e Pastel.


AVENTURAS DE ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS
Tradução cedida por Sebastião Uchôa Leite.
Ilustrações de Claudia Scatamacchia. (Brasil)
São Paulo: Círculo do livro S.A., 1982.
Formato: 13 x 21 cm. 160 pág. 32 ilustrações.
Bico de pena, P & B. Capa, cor.


Tradução e adaptação de Fernanda Lopes de Almeida.
Ilustrações de Nicolas Guilbert. (França)
São Paulo: Ática, 1982.
Formato: 21 x 27 cm. 122 pág.
50 ilustrações coloridas. Base fotográfica e crayon, cor.


ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS
Adaptação de Naufer. Ilustrador anônimo.
Coleção Samba-lelê.
Rio de Janeiro: Editora Brasil-América, 1982.
Formato: 25 x 32 cm. 11 pág.12 ilustrações, cor. Guache.


AVENTURAS DE ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS
Interpretadas por Fernando de Mello.
Ilustrações originais de John Tenniel. (Inglaterra)
Tradução de José Vaz Pereira e Manuel João Gomes.
Rio de Janeiro: Editora Brasília, 1976.


ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS
Adaptação de Maria Thereza Cunha de Giacomo.
Ilustrações de Oswaldo Storni. (Brasil)
São Paulo: Editora Melhoramentos, 1974. (12a edição)
Formato: 15 x 21 cm. 137 pág.
13 ilustrações, P & B e 3, cor. Bico de Pena e guache.


ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS
Adaptação de Maria Thereza Cunha de Giacomo.
Ilustrações de Oswaldo Storni. (Brasil)
São Paulo: Editora Melhoramentos, 1966. (4a edição)
Formato: 15 x 21 cm. 137 pág.
13 ilustrações, P & B e 3, cor. Bico de Pena e guache.


ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS
Tradução de Paulo Nasser
Ilustração de Ramón Hespanha
Rio de Janeiro: Editôra Vecchi, 1964.
Formato: 20,5 x 28 cm. 61 pág.
45 ilustrações. Bico de Pena.


AVENTURAS DE ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS
Tradução e adaptação de Monteiro Lobato.
Ilustraçõoes de A.L Bowley. (Inglaterra)
São Paulo: Brasiliense, 1962.(10a edição)
Formato: 14 x 21 cm. 155 pág.
72 ilustrações, P&B. Bico de Pena.


ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS
Tradução e adaptação de Monteiro Lobato.
Ilustraçõoes de A.L Bowley. (Inglaterra)
São Paulo: Brasiliense, 1960.(9a edição)
Formato: 14 x 21 cm. 143 pág.
72 ilustrações, P&B. Bico de Pena.


ALICE NA TERRA DAS MARAVILHAS
Tradução de Pepita de Leão.
Ilustrações de João Fahrion. (Brasil)
Porto Alegre: Edição da livraria do Globo, 1947.
(1a. edição: 1934)


AVENTURAS DE ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS
Tradução e adaptação de Monteiro Lobato.
Ilustraçõoes de A.L Bowley. (Inglaterra)
São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1944.(7a edição) (Primeira edição de 1931)
Formato: 16 x 22 cm. 115 pág.
72 ilustrações, P&B. Capa, cor. Bico de Pena.


ALICE NO PAÍZ DAS MARAVILHAS
Enciclopédia Tesouros da Juventude – o livro dos contos.
Ilustrações de Harry Furniss. (Inglaterra)
Volume 9; p.2719. Massachussets, EUA: The colonial press in corp. Clinton, 1922.
Formato: 16.5 x 24.5 cm. 33 pág. 20 ilustrações. Bico de pena, P&B.


ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS
Adaptação e ilustrações anônimas.
Coleção Clássicos da Juventude – vol. VI. Várias histórias.
Bolsa Brasileira do Livro. Edição especial para Atena Editora, s/d.
Formato: 17 x 24 cm. 119 pág. 119 ilustrações, P & B. Bico de pena.


ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS
Adaptação do texto de Honorino Angel Demarchi.
Criação e arte de Sergio Cântara e Mirian Costa (Brasil).
Paraíso da criança V.
Porto Alegre: Editora Edelbra s/d.
Formato: 16 x 23 cm. 14 pág. 8 ilustrações.
Fotografias de bonecos e cenários tridimensionais, cor.


ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS
Adaptação do texto de Alfredo Machado.
Ilustrações de Rose Art Studio
Rio de Janeiro: Distribuidora Record, s/d.
Formato: 18.5 x 26.5 cm. 10 pág. 10 ilustrações.
Fotografias de bonecos e cenários tridimensionais, cor.
Capa holográfica.


ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS
Adaptação anônima. Ilustrações de Magda.
São Paulo: Cromocart Artes Gráficas Ltda. s/d.
Formato: 11 x 15 cm. 8 pág. 9 ilustrações, cor.


ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS
Adaptação e ilustrações anônimas.
Os mais belos contos para crianças.
São Paulo: Ambrosiana CIA. Gráfica e editorial, s/d.
Formato: 24 x 26 cm. 12 pág.
12 ilustrações, cor. Bico de pena e aquarela.


ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS
Tradução e adaptação de Oliveira Ribeiro Netto.
Ilustrações de Paulo Amaral. (Brasil)
São Paulo, Editora do Brasil, s/d.
Formato: 16 x 20 cm.
110 pág. 10 ilustrações, P & B e cor.


VERSÕES DISNEY


ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS
Adaptação de Isabella Marcatti.
Clássicos Disney para Ler e Ouvir.São Paulo: Editora Abril, 2009.
Formato: 21 x 27 cm. 48 pág. 25 ilustrações, cor + CD.


Adaptação de Cristina Martins.
Coleção Mini Disney.
São Paulo: Melhoramentos, 1997.
16 pág.


ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS em quadrinhos.
Adaptação de Ruth Rocha.
São Paulo: Melhoramentos, 1993.
Formato: 21 x 27 cm. 32 pág. 103 ilustrações, cor.


ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS
Coleção Clássicos Disney. São Paulo: Editora Nova Cultural, 1986.
Formato: 19 x 19 cm. 24 pág. 23 ilustrações, cor .


ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS em quadrinhos.
Coleção Clássicos Walt Disney. São Paulo: Editora Abril, s/d.
Formato: 21 x 27 cm. 30 pág.179 ilustrações, cor.


ORDEM DECRESCENTE DE DATA.

ACEITAMOS CONTRIBUIÇÕES PARA COMPLETAR A LISTA.

Edições Brasileiras de Alice no Espelho

"'Quem é você?', perguntou a Lagarta.

Não era uma maneira encorajadora de iniciar uma conversa. Alice retrucou, bastante timidamente: "Eu - eu não sei muito bem, Senhora, no presente momento - pelo menos eu sei quem eu era quando levantei esta manhã, mas acho que tenho mudado muitas vezes desde então." Lewis Carroll: Alice no País das Maravilhas.




Releituras em verso de Letícia Dansa.
Ilustrações de Salmo Dansa. (Brasil)
Belo Horizonte: Autêntica, 2008.
Formato: 19 x 27 cm. 76 pág. 16 ilustrações, cor.
Técnica mixta: colagem e arquitetura de papel.


Coleção obra-prima de cada autor.
Ilustrações originais de John Tenniel. (Inglaterra)
São Paulo: Martin Claret, 2007.
Formato: 11,5 x 18 cm. 184 pág.


Clássicos Nacional
Tradução de Monteiro Lobato.
São Paulo: IBEP Nacional, 2007.
Formato: 16 x 22 cm. 160 pág.


Coleção Primeiros Clássicos.
Adaptação de Edy Lima da Tradução de Monteiro Lobato.
Ilustrações de Elisabeth Teixeira.
São Paulo: Editora IBEP Nacional, 2005.
Formato: 18 x 25 cm. 48 pág.


Tradução de William Lagos.
Ilustrações originais de John Tenniel. (Inglaterra)
Porto Alegre: L&PM, 2004.
Formato: 16 x 23 cm. 194 pág.


Tradução de Ricardo Gouveia.
Condensado e Ilustrado por Tony Ross. (Inglaterra)
São Paulo: Matins Fontes, 1997.
Formato: 18 x 24 cm. 118 pág.
75 ilustrações, cor.


Originais: Annotated Alice, 1960;
More Annotated Alice, 1990;
The Annotated Alice: the definitive Edition, 2002.
Tradução de Maria Luiza de X. Borges.
Introdução e notas de Martin Gardner.
Ilustrações originais de John Tenniel (Inglaterra).
Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2002.


AVENTURAS DE ALICE ATRAVÉS DO ESPELHO
Tradução cedida por Sebastião Uchôa Leite.
Ilustrações de Claudia Scatamacchia. (Brasil)
São Paulo: Círculo do livro S.A., 1986.
Formato: 13 x 21 cm. 170 pág. \
21 ilustrações. P & B. Capa, cor . Bico de pena.


ALICE NO REINO DO ESPELHO
Adaptação de Maria Thereza Cunha de Giacomo.
Ilustrações de Osvaldo Storni. (Brasil)
São Paulo: Editora Melhoramentos, 1966.
Formato: 15 x 21 cm. 137 pág.
20 ilustrações, P & B. Bico de Pena e guache.


AVENTURAS DE ALICE NO PAÍS DO ESPELHO
Tradução e adaptação de Monteiro Lobato.
Ilustrações de A.L Bowley. (Inglaterra)
São Paulo: Brasiliense, 1962.(4a edição)
14 x 21 cm, 155 pág.
72 ilustrações, P&B. Bico de Pena.


AVENTURAS DE ALICE NO PAÍS DO ESPELHO
Tradução e adaptação de Monteiro Lobato.
Ilustrações de A.L Bowley. (Inglaterra)
São Paulo: Brasiliense, 1961.(3a edição)
14 x 21 cm. 155 pág.
72 ilustrações, P&B. Bico de Pena.


ALICE NA CASA DO ESPELHO
Tradução de Pepita de Leão.
Ilustrado por João Fahrion. (Brasil)
Porto Alegre: Edição da livraria do Globo, 1934.
Formato: 17 x 22 cm.153 pág.
74 ilustrações P&B e 8, cor.


ALICE NO FUNDO DO ESPELHO
Tradução e adaptação de Oliveira Ribeiro Netto.
Ilustrações de Paulo Amaral. (Brasil)
São Paulo, Editora do Brasil, s.d.
Formato: 16 x 20 cm. 142 pág.
10 ilustrações, P & B e Cor.

ORDEM DECRESCENTE DE DATA.

ACEITAMOS CONTRIBUIÇÕES PARA COMPLETAR A LISTA.

Além de Alice

OUTRAS OBRAS DE LEWIS CARROLL PUBLICADAS NO BRASIL

Para saber mais sobre cada obra LEIA-ME


Tradução, apresentação e notas de Álvaro A. Antunes.
Ilustrações de Regina E. C. Fernandes.
Além Paraíba: Interior Edições, 1984.
Formato: 16 x 23 cm. 112 pág. 10 ilustrações, P&B. Gravura.


Tradução de Sérgio Medeiros.
Ilustrações originais de Harry Furniss. (Inglaterra)
Iluminuras. São Paulo, 1997.
Além Paraíba: Interior Edições, 1984.
Formato: 14 x 20 cm. 286 pág. 25 ilustrações, P&B.


Tradução e notas de Newton Paulo Teixeira dos Santos.
Capa de Marcus Moraes.
Rio de Janeiro: 7 Letras, 1997.
Formato: 14 x 21 cm. 114 pág.


Tradução de Eugênio Amado.
Capa de Claudio Martins. Ilustrações originais de John Tenniel (Inglaterra).
Belo Horizonte: Itatiaia, 1999.
Formato: 17 x 24 cm. 1025 pág.

Volume 1: Aventuras de Alice no País das Maravilhas;
Do lado de dentro do Espelho; Sílvia e Bruno.
Volume 2: Conclusão de Sílvia e Bruno; Uma história emaranhada.


EDIÇÃO PORTUGUESA:

Apresentação de Miguel Esteves Cardoso.
Seleção e Tradução de Mário Avelar.
Lisboa: Assírio & Alvim, 1984.
Formato: 14 x 20 cm. 141 pág.
40 fotografias de meninas tiradas por Lewis Carroll.


Tradução de Luiz Arthur Pagani.
Capa de Fernando Cornacchia.
Campinas/SP: Papirus, 1992.
Formato: 14 x 21 cm. 120 pág.


Tradução de José Paulo Paes.
Ilustrações de Mariana Massarani.
São Paulo: Ática, 1998.
Formato: 27,5 x 20,2 cm. 32 pág.

Sobre Lewis Carroll

TEXTOS BIOGRÁFICOS SOBRE LEWIS CARROLL PUBLICADOS NO BRASIL

Para saber mais sobre cada obra LEIA-ME


Lucília Garcez.
Ilustrações de Jô Oliveira.
Belo Horizonte: Editora Dimensão, 1998.
Formato: 23 x 20 cm. 32 pág. 16 ilustrações, cor.


LEWIS CARROLL – UMA BIOGRAFIA
Morton Cohen.
Tradução de Raffaella de Filippis.
São Paulo: Record, 1995.
Formato: 17 x 23 cm. 666 pág. Várias fotos e ilustrações.


TEXTOS TEÓRICOS SOBRE LEWIS CARROLL PUBLICADOS NO BRASIL


AVENTURAS DE ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS
Interpretadas por Fernando de Mello.
Editora Brasília: Rio de Janeiro, 1976.


Gilles Deleuze.
Tradução de Luiz Roberto Salinas Fortes.
Perspectiva. São Paulo, 1974. (Estudos,35)
Formato: 12 x 22 cm. 342 pág.


De Jacques Lacan a Lewis Carroll.
Organização de Jacques Alain Miller.
Ilustração da Capa de Gastón Chaissac.
Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2003.
Formato: 16 x 23 cm. 151 pág.


A poesia nonsense de Lewis Carroll e Edward Lear.
Myriam Ávila
Ilustrações de Edward Lear.
São Paulo: Annablume, 1996.
Formato: 10,5 x 18 cm. 243 pág. 4 ilustrações, P & B.


Lauro Maia Amorim
Ilustrações de Lewis Carroll e John Tenniel.
São Paulo: Unesp, 2006.
formato: 14 x 21 cm. 240 pág.

Alice em Novas Aventuras

OBRAS RELACIONADASOutras aventuras e invenções alicianas

Para saber mais sobre cada obra LEIA-ME


David R. Slavitt
Capa de Ana Maria Duarte.
Ilustração de Marlene Lanfredi.
Formato: 14 x 21 cm. 252 pág.
Rio de Janeiro: Rocco, 1984.


Laura Bergallo
Ilustrações de Edith Derdyk
Coleção Muriqui
São Paulo: SM, 2007.


Raymond Smullyan
Prefácio de Martin Gardner.
Tradução de Vera Ribeiro.
Ilustrações Anônimas. Capa de Carol Sá e Sérgio Campante.
Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2000.
Formato: 14 x 21 cm. 191 pág.
59 ilustrações, P&B.


Pedro Bandeira
São Paulo: Ática, 2006.
88 pág.


Carlo Frabetti
São Paulo: Ática, 2002.


Elias José
Ilustrações de Taisa Borges.
São Paulo: Peiropolis, 2009.
Formato: 25 x 23 cm. 56 pág.


Phyllis Reynolds Naylor
Coleção Primeiros Anos
São Paulo: Verbo, 2007.
200 pág.


Robert Gilmore
Capa de Carol Sá e Sérgio Campante.
Ilustrador anônimo.
Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1998.
Formato: 16 x 23 cm. 192 pág.
50 ilustrações, P&B.


Alberto Manguel
Tradução de Josely Vianna Baptista.
São Paulo: Companhia das letras, 2009.
Formato: 21 x 24 cm. 248 pág.


LIVRO DE HISTÓRIAS.
Baseado na obra de Monteiro Lobato.
Várias histórias com diferentes redatores e ilustradores.
Alice é contada por Orlando P. Miranda e ilustrada por Beatriz Berman. (Argentina)
Rio de Janeiro: Rio Gráfica Editora, 1979.
21 x 28 cm. 123 pág. 16 pág. e 9 ilustrações a cores para Alice.


A weird diary. An extraordinary memory.
William Hamilton
Chaleston: Book Surge, 2007.

Monday, 31 August 2009

Alfabeto ALICE Alphabet

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VEJA AS OUTRAS LETRAS | SEE THE OTHERS

Aventuras de Adriana no País das Maravilhas


Brasília, Jornal de Brasília, 7/10/1998.




Palestra de Adriana Peliano para a Lewis Carroll Society em Londres, 2003.

Adriana em Oxfordland

THE LEWIS CARROLL CENTENARY PROGRAMME 1998

CHRIST CHURCH, OXFORD.


Between the dates of 16 and 22 August 1998, The Lewis Carroll Society, in collaboration with the University of Oxford Department for Continuing Education and with Christ Church itself, held what probably remains as the largest ever gathering of Carrollians to date, the Lewis Carroll Centenary Programme. Almost 150 participants signed up to stay in rooms in Christ Church for a week, hailing from the UK, USA, Japan, Sweden, Australia, France, Israel, the Netherlands, Germany, Canada, Italy, Slovenia – there was even one young lady from Brazil!

Christ Church is the largest college in Oxford, and Oxford is England’s oldest university, so the grounds and buildings resound with history going back to the days of Henry VIII and Cardinal Wolsey. However, the focus of this conference was, as hinted at by the name, one of Christ Church’s most famous former dons, Lewis Carroll, whose real name was Charles Dodgson, and who spent most of his life teaching mathematics within the mighty walls of the college. He died in 1898, and this Programme was timed to commemorate his passing.



The Programme took the form of six packed days of lectures, tours, readings, film and theatrical events, and light-hearted games and quizzes. These were all punctuated by a series of magnificent meals, all taken in the awesome dining hall at the college (nowadays made even more famous as the Hogwarts’ dining hall in the Harry Potter films) where the attendees dressed formally for dinner, and which ended with an even dressier Gala Dinner on the Friday night that spilled out afterwards onto the lawn where the clink of wine glasses rivalled the hubbub of enthusiastic conversation. The principal LCS speakers for the week were Anne Clark Amor, Selwyn Goodacre, Mark Richards and Edward Wakeling, augmented by a number of expert guests, and there were two or three lectures every day, covering a range of topics to do with Carroll’s life and work. The evening entertainments (which included a Betty Boop film ‘Betty in Blunderland’ and a Mickey Mouse ‘Through the Mirror’ along with several other intriguing oddities from David Schaefer’s collection; music inspired by Alice; and a display of Alice merchandise) began at 8.30pm after dinner in the Hall, and ended at 10pm, leaving delegates free either to go to bed at a sensible time or to stay up and get drunk with their friends, old and new. Most did the latter! But no matter how late (or early) in the day it was, there were always plenty of LCS volunteers (in addition to the ever-approachable main speakers) ready to help with advice, guidance, information, and anything else you needed, chief among them being Sarah Stanfield, Catherine Richards, Alan White and Michael Vine.


Guided tours took place on four of the afternoons (Wednesday was left free for people to explore Oxford by themselves) and there were difficult choices to be made each day. Did one opt for a tour of Christ Church, including Carroll’s rooms, Tom Tower (normally closed to the public), and the Deanery and Cathedral Gardens, or attend the special exhibition in the Christ Church Picture Gallery? Should one have gone on the circuit of Oxford libraries or the one of Oxford museums? Did you want to visit the Treacle Well at Binsey or Looking-Glass Land at Nuneham Courtenay? Would it have been better to follow in Carroll’s footsteps around Christ Church Meadow and the colleges frequented by him through his friendships with University colleagues, or to reconstruct Isa Bowman’s walk with him round Oxford, taking in the Botanical Gardens, the gargoyles and deer park at Magdalen, and the gardens of St. John’s College? Nine tours and only four afternoons – there just wasn’t time to fit everything in.

But there was always ample time for talking and for making new friends. Some of the avid Carrollians I met in 1998 have become friends for life – well, they’ve managed eleven years so far! – and that week among the dreaming spires of Oxford in company with so many wonderful people remains in my memory as one of the most fascinating and joyous weeks I’ve ever had. When can I register for the 2098 Bicentenary Programme?


Michael O’Connor




Chegada em Christ Church.

Em agosto de 1998, depois de duas semanas em Londres estudando inglês, fui para Oxford participar da comemoração do Centenário da Morte de Lewis Carroll. Esse evento foi promovido pela Sociedade Inglesa de Lewis Carroll, da qual eu já era membro. Passamos uma semana inteira em Christ Church onde Carroll era professor de lógica e matemática e onde viveu quase toda a sua vida. Eu era a única brasileira que estava lá.


Lugares visitados em Oxford relacionados à vida e a obra de Lewis Carroll.


Pátio central de Christ Church.



Christ Curch.


Mapa dos arredores.




Loja da Alice. Curiosidades, lembranças e memorabilias
numa loja graciosa em frente à Christ Church. Leia sobre a história da loja: ME ENCONTRE


Onde Alice Liddell e Charles Dodgson (Lewis Carroll) viveram.


Jardins de Christ Church.

Gramado onde se jogava Croquet,
inspiração de Carroll para o jogo nonsense com a Rainha de Copas
em “Alice no país das Maravilhas”.

Partida vitoriana de Croquet.

Jogo de Croquet em "Alice no país das Maravilhas".
Ilustração de Margaret Tarrant.

Janela de onde Dodgson (Carroll) via as filhas de Henry Liddell,
Alice, Edith e Lorina, brincarem no gramado.


Ilustração de Jô Oliveira inspirada no tema.


Jardim do pátio do Deão Henry Liddell. A portinha que conduzia ao outro pátio permanecia quase sempre trancada. Assim o “belo jardim” que ficava do outro lado, era um território proibido para as crianças. Era esse, entretanto, o caminho mais curto de Henry Liddell para a catedral. Essa portinha influenciou diretamente a obra de Carroll.



Ilustração de John Tenniel para o momento da “portinha trancada que leva ao jardim proibido”.


Uma trilha para o coelho branco. Quando contava a história de Alice para as irmãs Liddell, Carroll inseria personagens, acontecimentos e cenários do contexto onde eles viviam em Oxford e Christ Church.



Ilustração de John Tenniel para o Coelho Branco.


A árvore que pode ter inspirado a cena do gato de Cheshire.


Alice e o gato de Tenniel em Oxford.


Passeio a Nuneham, parte da programação do Centenário de Carroll. Na imagem ao centro podemos ver o relógio de Sol que inspirou a ilustração de Tenniel para a cena do Jabberwocky. Com o braço estendido e a camiseta de Alice está Edward Wakeling, eminete estudioso da vida e da obra de Lewis Carroll.



Illustração de Tenniel para esta cena.



Alicinados.


Passeios programados para o evento e conduzidos por estudiosos e profundos conhecedores da vida e da obra de Lewis Carroll. De camisa vermelha na primeira foto está Alan White, por muitos anos editor da revista carrolliniana Bandersnatch.

Entre os participantes do evento encontramos membros das Sociedades de Lewis Carroll ao redor do mundo, como da Inglaterra, dos Estados Unidos, Canada, Austrália, Nova Zelândia e Japão. Estudiosos, literatos, colecionadores, artistas, aficcionados e admiradores.

Fotografia cedida por Mark Richards.

Palestras e debates sobre temas ligados a Lewis Carroll.
Estão na foto na mesa, Catherine Richards (em pé), Edward Wakeling, Charlie Lovett, anne Clark Amor, Sewyn Goodacre e Mark Richards no palanque.

Fotografia cedida por Mark Richards.

Alguns membros que participaram do evento.



Biblioteca da Universidade frequentada por Dodgson (Carroll).
Porta da sala onde ele estudava.





Livros e objetos relacionados a Alice pertencentes à biblioteca.




Refeitório da Universidade, onde fazíamos as nossas refeições.
A estrutura básica mantém-se a mesma desde os tempos de Carroll, recentemente adaptado para...


...ser o refeitório de Hogwart nos filmes de Harry Potter.


Na parede do refeitório, um grifo e uma tartaruga.




Visitando o quarto que Carroll ocupou durante seus primeiros anos na Universidade.
Ora sonhando, ora atravessando o espelho.


Apresentação das minhas ilustrações para Alice no encontro “Alice ao redor do mundo”.




Encerramento. Champagne no pátio central de Christ Church ao cair da tarde.
Eu e meu amigo Michael O'Connor que escreveu o texto de apresentação deste post.





Passeio de barco no rio em que Carroll costumava passear com Alice.


Fotografia cedida por Mark Richards.

Londres, na casa de Catherine Richards e Mark Richards, Chairman da Sociedade Inglesa de Lewis Carroll.
Estão na foto Yoshi Momma, Kevin Moore, Alan White, Myra Campbell, Veronica Hickie, Catherine Richards, eu e Mark Richards.

Fotografia cedida por Mark Richards.

Casa de Catherine Richards e Mark Richards.
Eu estou mostrando as minhas ilustrações para Kevin Moore. Ao lado está Catherine.


Research sources: The World of Alice and e Lewis Carroll au pays des merveilles.

Ilustrações de Adriana Peliano | Alicenations | Alicenações

ALICENAÇÕES

Alice, entendida aqui como o caos-cosmos definido a partir das duas Alices de Lewis Carroll: Alice no país das Maravilhas (1865) e Através do espelho e o que Alice encontrou lá (1872), ainda é um grande enigma. Paradoxo, nonsense, jogo, labirinto. O País das Maravilhas e o País do Espelho não são espaços geográficos, construídos dentro de uma topografia linear e contínua, mas de quebra-cabeças, tabuleiros, espelhos, rupturas e deslocamentos. O universo se expande, se comprime e se inverte enquanto Alice perde e procura sua identidade, prestes também a perder a cabeça. Enquanto isso ela se move no terreno movediço da linguagem que se desmonta e revela suas armadilhas lógicas e semânticas.

Se o texto é assim, por que as suas ilustrações são em geral tão literais e unívocas? A proposta da pesquisa Alicinações foi portanto a de ilustrar novamente as duas Alices, operando uma nova relação entre texto e imagem, na busca de uma aproximação de Alice em sua maior complexidade. Tendo como referência a obra de Deleuze, Lógica do Sentido, a pesquisa desenvolveu-se em duas etapas: dos corpos em profundidade aos acontecimentos de superfície. Corpos em profundidade, os personagens das duas obras foram construídos através de montagens com objetos diversos, segundo seus atributos lógicos, nomes, significados incorporados pelo uso e características formais.

Na segunda etapa os personagens criados foram então fotografados e digitalizados, e os acontecimentos de superfície foram desenvolvidos através de computação gráfica. Buscou-se recriar através de imagens, a lógica e o sentido do texto, abrindo assim o leque de referências e possíveis leituras para os diálogos, personagens, situações e espaços imaginários propostos nas duas obras. As ilustrações foram elaboradas através de colagens a partir das fotografias dos personagens, entre outras tantas possibilidades. Também foram utilizadas as ilustrações originais de Tenniel, segundo novas relações de intertextualidade. Como um jogo multifacetado de espelhos, refletindo diferentes possibilidades de leitura da obra segundo diferentes contextos históricos e culturais.

Jogos de linguagem, paradoxos lógico - semânticos, enigmas, múltiplos significados. Como num grande jogo, o objetivo é desnudar relações imprevistas, desvendar lógicas implícitas, repropor enigmas e paradoxos.

ALICENATIONS

Alice, understood as the chaos-cosmos amalgamation of both Alice books, “Alice in Wonderland” and “Through the Looking - Glass” and what Alice found there, is still an amazing enigma; paradox, nonsense, game, labyrinth of dreams.

Wonderland and the other side of the looking glass are not geographical spaces with a linear and continuous topography but a sequence of puzzles, game boards, mirrors and labyrinths. The universe expands, contracts and gets inverted while Alice loses and looks for her identity. All of this with the gloomy threat of losing her head. Meanwhile, she moves throughout the sliperry terrain of language which falls apart revealing its own logic and semantic traps.

If the texts are so complex, why should their illustrations be so literal and unequivocal? Bearing this question in mind, the purpose of this research is to reillustrate both Alices, operating within a new relation between text and image, in search for a dialog betwen Alice and her complexities. The following illustrations are, at first, aimed at amateurs and Alice’s lovers and, more than that, at those who search for new puzzles to solve and new doors to open within the labyrinthic domains of language.

These are illustrations wich contain a personal, investigative, and open approach to the logical ans symbolic aspects of Alice’s books. An uncompromising approach to the physical aspects of the characters or to the situations of the narrative. For a more direct relation between the events of the story and their illustrations, there is, indeed, quite an extensive catalogue of choices for one to revel upon. Here we start from a process of discovery, image and expressive materials research. In addition, a theoretical and iconographic investigation is conducted in order to get closer to the texts, open doors, and persue through rooms and secret passages in the immense labyrinth that Alice is.

While falling through the deep well, her rite of passage between the routine of common sense and the reality reinvented through the language and logic of nonsense, Alice had enough time to look around and think about herself. Little by little, she bids goodbye to her form of loving, speaking, and also of relating to objects. And, as Alice’s fall toward the depths of the Earth proceeded, the meaning slowly crept toward the surface of the language.

Having Deleuse’s Logique du Sens as its guiding framework, the research was cunducted in two main levels: bodies in depth and surface developments.

Bodies in depth dealt with the physical construction of the characters of both Alices using a plethora of everyday objects and toys according to their logical attributes, their names and their meanings, both in its usage and its formal characteristic dimensions. After their construction, the characters were photographed and digitalized.

The surface development phase worked upon the events and scenes of the text using the digitalized images of the previous phase. Thus, it was recriated through digital manipulation of the images the logic and meaning of the text, allowing a fanning of possible readings and references for the dialogs, characters, situations and imaginary spaces proposed by Carroll in both Alices. The illustrations were developed in Photoshop as collages utilizing the pictures of the characters, other objects and a repertoire of images referring to the biographic context, among other possibilities. In addition, the original illustrations by Tenniel were also worked upon, following new relations of intertextuality - like a multifaceted game of mirrors, reflecting distinct possibilities of reading Alice in both historical and cultural contexts.

Puzzles of language, logic paradoxes, enigmatic dreams, multiple meanings. As in a wonderful maze, we aim to uncover unexpected relations and recreate nonsense rules to the games. Undo a puzzle of thousands peaces, to begin again and again.

Ilustrações de Adriana Peliano | Personagens do País das Maravilhas

Cópias de todas essas imagens estão à venda, entre em contato com a Sociedade para saber os preços.
Copies of all these pictures are for sale, please contact the Society for prices.


ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS | ALICE IN WONDERLAND

PERSONAGENS | CHARACTERS

Coelho Branco

O Coelho Branco foi o ponteiro de Alice para o País das Maravilhas. Passou apressado sempre atrasado, de relógico boca dando corda para Alice ir correndo atrás dele. Vê se não dê mola e saltitantes que seja tarde! Coelho da linguagem, engrenagem movimentes.

“É tarde, é tarde, tão tarde até que arde! Ai, ai, meu Deus! Alô! Adeus! É tarde, é tarde, é tarde!”
Coelho Branco na Disneylândia


White Rabbit
The White Rabbit made Alice burn with curiosity. This one has a clock as its mouth, always chasing the time, always late.
Rabbit of the language, has no body, just the movements’ structure. Jumps and starts in several curves, springs and spirals, masks and tricks.

Lagarta

“A Lagarta e Alice olharam-se por algum tempo em silêncio. Finalmente, a Lagarta tirou o narguilé da boca e perguntou, em voz lânguida e sonolenta: ‘Quem é você?’ ‘– Eu ...eu... nem mesmo sei, senhora, nesse momento ...eu... enfim, sei quem eu era quando me levantei hoje de manhã, mas acho que já me transformei várias vezes desde então.” (capítulo V – Conselhos de uma lagarta)

Andando entre a vegetação rasteira e medindo aproximadamente 8 centímetros, Alice encontra uma lagarta sentada sobre um cogumelo,
fumando um narguilé.
O cogumelo de chapéu amarelo é uma labirintica-à-beça e psicodelícia, terra das alicinações. Sobre um disco perfeitamente circular, discurso ao redor do mesmo ponto, se enrosca o corpo da Lagarta. A boca de Dali é um narguilé surrealista que nos pergunta quem somos, nos deixando em eterna dúvida sobre quem é quem. Lagarta, cogumelo e narguilé, mecanismo de identidade infinita em contínua transformação.

Caterpillar
Alice found the Caterpillar sitting on a mushroom and smoking a hookah.
The mushroom is an amazing psychedelic head and its hat is a perfect rounded record, turning around the same point.
Salvador Dali’s mouth is a surrealistic hookah, asking Alice for her identity, asking us for its own nature. The Caterpillar, the mushroom and the hookah mix with each other building a multiple identity in continuous transformation.

O Chapeleiro Louco

“– Se você conhecesse o Tempo tão bem como eu conheço – disse o Chapeleiro – não falaria em gastá-lo como se ele fosse uma coisa. Ele é alguém. – Não sei o que você quer dizer – respondeu Alice. – Claro que não sabe! – disse o Chapeleiro, inclinando a cabeça para trás com desdém. – Diria mesmo que você jamais falou com o Tempo! – Talvez não – replicou Alice cautelosamente – mas sei que tenho de marcar o tempo quando estudo música. – Ah! Olhe aí o motivo! – disse o Chapeleiro. – O Tempo não suporta ser marcado como se fosse gado. Mas se você vivesse com ele em boas pazes, ele faria qualquer coisa que você quizesse com o relógio. “ (capítulo VII – Um chá bastante louco)

O Chapeleiro brigou com Tempo que parou o relógio às seis horas da tarde, pra sempre na hora do chá.
Múltipla personalidade, carcaça de relógico afogada no ser ou não ser.
Chá + Pé + Lelé vive com a Lebre de marcha ré (march hare).
O chá do chá – peleiro que sabe jogar xadrez, mas que joga chá à três.
Cha – peleiro de boca de xícara ou a xícara que bebe na xícara de chá.

Mad Hatter
Tea in English, chá in Portuguese. Feet in english, pés in portuguese. Cha+pés=chapéus in portuguese, hat in english. Buffoon to the Queen court, he had a fight with the time that stopped to him, and now forced him to leave always at six o’clock. Skeleton of a clock which doesn’t work anymore. Hatter with a cup as a mouth, so the cup drinking in a cup.

A Lebre de Março

“– Eu digo o que penso – apressou-se Alice a dizer. – Ou pelo menos… pelo menos penso o que digo… é a mesma coisa não é? – Não é a mesma coisa nem um pouco, protestou o chapeleiro. – Seria o mesmo que dizer que “Vejo o que como”, é o mesmo que “Como o que vejo”. – Seria o mesmo que dizer – acrescentou a Lebre de Março – que “Gosto daquilo que consigo” é o mesmo que “Consigo aquilo de que gosto”. – Seria o mesmo que dizer – acrescentou o dormundongo*, parecendo falar enquanto dormia – que “Respiro quando durmo”é o mesmo que “durmo quando respiro.” No seu caso é a mesma coisa – disse o Chapeleiro.”
(capítulo VII – Um chá bastante louco)


A Febre de Março e o Chapeleiro fora de moda são os carteiros do Rei do outro lado do espelho. Mas através do espelho tudo se inverte. O careteiro vira de bananeira e mergulha de ponta cabeça no chá. De pernas pro ar, orelhas que se arte-pulam.
– Eu bebo tudo o que vejo ou pelo menos vejo tudo o que bebo… é a mesma coisa, ou não é?

March Hare
The March Hare is also hare brained. As a nonsense inversion, its legs becames its long ears. Always articulating and attacking the common sense and the good manners.

O Dormindongo

Dormindongo que dorme no ponto, vive com o Chapeleiro que parou no tempo e a Febre de Morte.
Pra sempre na hora do chá, xícara e lâmpada que se desloucam para raramente acordar.

Dormouse
It is in the mad tea party. A tea pot and a cup, can be changed to fall asleep or to wake up, in very rare moments.

Os dois Lacaios:

Loucaio Peixe

"Durante um ou dois minutos ficou diante da casa, perguntando-se sobre o que devia fazer, quando de repente surgiu um lacaio correndo de dentro do bosque (ela considerou um lacaio por que estava de libré, mas a julgar pela cara diria apenas que era um peixe), o qual bateu ruidosamente à porta. Essa foi aberta por um outro lacaio de libré, com uma cara arredondada e grande olhos de rã. Os dois lacaios tinham cabeleiras empoadas e encaracoladas. Alice ficou curiosíssima de saber o que se passava e esgueirou-se furtivamente do bosque para escutar." (capítulo VI – Porco e pimenta)

Lacaio que chega do bosque, nadando em sua cabeleira.
Trás as cartas da Rainha para a Duquesa, para a Pata deixa mensagens da Tainha.
Peixe fora d’água, boca que é jarra jorrando palavras.


Fish Footman
The Fish-Footman arrives from the wood, swimming on its own curl. Fishing out of the water, mouth as a vase dropping words.

Loucaio Rã

“– Como é que eu posso entrar? – perguntou Alice outra vez em tom mais alto. – Você precisa entrar de qualquer modo? – disse o Lacaio. – Essa é a primeira questão, você sabe. Era, sem dúvida: só que Alice não gostou nada que lhe dissessem isso. “É realmente medonha”- murmurou para si mesma – “a mania que essas criaturas têm de discutir. É de enlouquecer qualquer um!” (capítulo VI – Porco e pimenta)

Alô! Aloucaio da Duquesa!? Será que eu posso falar?
Ele até que responde mas nunca se toca. Telefone sem fio vive dando o fora no gancho.

Frog Footman
The Frog Footman sends and receives messages. Double relation on form and function.


A Duquesa e o Bebê

A Duquesa ilustrada por Tenniel nas ilustrações originais de Alice, foi inspirada num quadro do pintor seiscentista Quentin Matsys, retratando muito provavelmente Margaretha Maulstach, que ficou conhecida como a mulher mais feia da história. “Maulstach” significa “pocket mouth”, ou boca de bolso. (Ver Annotated Alice) Duquesa horrorosa com boca de bolseta. Em Pata na cozinha que é tabuleiro de xadrez. Chave do boca que torce a porca, ou bebê que se contorce e se transforma num porco.
Duck + chess = Duchess (nariz de pato + xadrez = duquesa)

A Cozinheira

Essa cara de pau está muito ocupada mexendo a sopa e atirando pra todo lado.
Cozinheira apimentardemais: mais pimenta, mais pimenta!

Duchess with the baby

The Duchess illustrated by Tenniel and then creating a long tradition, was inspired on a picture of XVI th century. The canvas was painted by Quintin Matsys, depicting probably Margaretha Maulstach, known as the ugliest woman in the history. As “Maulstach” means “pocket mouth”, this Duchess has an wide open pocket mouth.
Her arms are wrenches to distort the baby. Duck + chess = Duchess.

The Cook
Wooden spoon stirring the soup. Peppering cook, jumping and firing.

O Bebê que virou Porco

“Logo que descobriu uma maneira adequada de acalentá-lo (que consistia em retorcê-lo como se fosse um nó, conservando bem presos a sua orelha direita e seu pé esquerdo, afim de evitar que ele desatasse), carregou-o para o ar livre. “Se eu não levar essa criança comigo” – pensou Alice – com certeza vão matá-la qualquer dia desses. Não seria um crime deixá-la aí?” (Capítulo 6: porco e pimenta)

Dessa vez foi só arrancar os braços e as pernas do seu corpo para que ele parasse de espernear tanto e desatasse, virando um porco.


Baby turned into a Pig
It was just to extort its arms and legs and then it stopped kicking. That’s because Lewis Carroll himself adored children except the boys.

O Gato de Cheshire

“– Gatinho de Cheshire – (...) – Podia me dizer, por favor, qual é o caminho para sair daqui? – Isso depende muito do lugar para onde você quer ir – disse o Gato. – Não me importa muito onde ... disse Alice. – Nesse caso, não importa por onde você vá – disse o Gato. – Contanto que eu chegue em algum lugar – acrescentou Alice como explicação.– É claro que isso acontecerá, desde que você ande durante algum tempo. Isso Alice viu que era impossível negar.” (capítulo VI – Porco e pimenta)

As respostas do gato filosófico já deram muito o que falar. Martin Gardner, numa edição comentada sobre Alice, conta que John Kemeny colocou esse trecho da história no início de um capítulo sobre a ciência e os valores, no livro A philosopher Looks at Science (1959). Para ele a resposta do gato expressa muito precisamente o eterno conflito entre a ciência e a ética. Se por um lado a ciência não pode nos indicar para onde ir, a partir dessa decisão com base em princípio e valores éticos, ela pode nos oferecer o melhor caminho para chegarmos lá.
Visão perspicaz, o guidon de uma Harley Davidson expressa o domínio da direção, a decisão para onde ir. A roda por sua vez, pode nos conduzir até onde queremos chegar, mas sozinha não tem direção.

Cheshire Cat
In Annotated Alice, Martin Gardner tells us that John Kemeny in the book ‘A philosopher looks at science’ (1959) compared this famous dialogue and the relations between science and ethics. The science cannot tell us where to go, but after this ethic decision, can show the way to arrive there.
This duality is depicted on the eyes of the philosofical cat. The handlebar of a Harley Davidson express the decision of where to go, and the wheel can take us, but itself doesn’t have direction.


O Carrasco

Carta da Corte. Corta o baralho. Sentença de Morte. Tábua de corte, gilete e tesouras. Cortem-lhe a cabeça!
Quando ele foi chamado para decapitar o gato de Chershire, entrou em conflito com o Rei de Copas.
A posição do carrasco era de que:
"não se podia cortar uma cabeça que não estivesse presa num corpo." (capítulo VIII – O campo de croquet da Rainha)

Não dá mesmo cortar com os braços cruzados e essa é a posição do carrasco.

Executioner
One card of the pack, the executioner of the Queen and the King of Hearts. Cutting board, plate to cut as a mask and scissor- arms.